Intervenções

A privatização da TAP tem de ser travada e revertida!

Na declaração política que o PCP levou hoje à tribuna da Assembleia da República, Bruno Dias afirmou que "existem todas as razões – políticas, económicas, jurídicas – para anular e fazer reverter imediatamente esta privatização, sem qualquer indemnização como ato ilegal que foi, e reafirma também que, em função das posições políticas assumidas pelos diferentes partidos representados na Assembleia da República, estão reunidas as condições para anular e reverter esta privatização."

PCP apresenta projecto para revogar o Regime de Requalificação Docente

Na apresentação do Projecto de Lei que revoga o Regime de Requalificação Docente, Ana Virgínia afirmou que "o anterior Governo do PSD e do CDS gerou um regime de Requalificação de Trabalhadores em Funções Públicas, que tinha em vista o despedimento de trabalhadores, num processo bem afinado de fragilização e destruição de serviços essenciais, a fim de os concessionar ou de os tornar mais atractivos para privatizar."

"Os tempos que temos pela frente são de grande exigência, mas também de confiança"

No encerramento do debate em torno do Programa do XXI Governo, Jerónimo de Sousa afirmou que "temos a consciência de que o povo não exige nem quer tudo de uma vez. Mas também não quer que se mude alguma coisa para ficar tudo na mesma. Os tempos que temos pela frente são tempos de grande exigência, mas também de confiança de que é possível construir um Portugal mais justo, mais solidário e mais desenvolvido. Nisso o PCP empenhará a sua acção e a sua luta."

"O sistema científico e tecnológico nacional é fundamental para o desenvolvimento do país"

Sr. Presidente,
Srs. Membros do Governo,
Sr.as e Srs. Deputados,
Sr. Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,
O sistema científico e tecnológico nacional é um eixo fundamental para o desenvolvimento de uma política de valorização da produção, bem como para a elevação das condições de vida da população nos planos social, económico e cultural.

"Se PSD e CDS foram os únicos a perder, não podem dizer que ganharam as eleições"

Intervindo no debate em torno do Programa do XXI Governo, João Oliveira afirmou que "perante a gravidade dos problemas que atingem o país, perante a necessidade de apurar responsabilidades e tomar medidas para responder às dificuldades que o país enfrenta, PSD e CDS limitam-se a responder neste debate a mesma ladainha da sua falsa vitória nas eleições e do seu direito divino de governar."

Garantir aos portugueses uma Administração Pública que responda às necessidades das populações

Questionando a Ministra da Presidência da Modernização Administrativa, Paula Santos afirmou que "melhor Estado não é um Estado mais reduzido, amputado dos meios para dar a resposta necessária às populações, como impôs PSD e CDS. Melhor Estado é um Estado próximo das populações, dotado dos meios necessários, eficiente que contribua para a eliminação das assimetrias regionais e valorize os trabalhadores ao nível profissional, social e remuneratório."

Lutar pela independência, autonomia e dignidade na vida das pessoas com deficiência

Questionando o Ministro do Trabalho e da Segurança Social, Diana Ferreira afirmou que "os últimos 4 anos de governação PSD/CDS trouxeram pela mão mais pobreza, desemprego e precariedade, sendo as pessoas com deficiência das que mais sofreram e sofrem com as violentas consequências dessas políticas. As pessoas com deficiência são das mais atingidas pela pobreza e pela exclusão social."

"Foi a política de retrocesso que os portugueses recusaram"

Questionando o Ministro do Trabalho e Segurança Social, Rita Rato afirmou que "nos últimos 4 anos, o Governo PSD/CDS foi responsável pelo empobrecimento, agravamento da exploração, embaratecimento e facilitação dos despedimentos, agravamento do desemprego, foi a aposta na precariedade do trabalho, na precariedade da vida, no desperdício de meio milhão de portugueses que emigraram para fugir ao desemprego, à pobreza, à ausência de qualquer perspectiva de futuro digno no país. Foi esta a política de retrocesso que os portugueses recusaram."

"Os portugueses pagaram milhares de milhões de euros para a Banca privada"

Sr. Presidente,
Sr. Ministro das Finanças,

Nos últimos anos, os trabalhadores foram sujeitos a sucessivos assaltos aos seus rendimentos, aos seus direitos sociais, culturais e políticos.

Os custos do sistema financeiro em roda livre sobre uma falsa supervisão e regulação caíram sobre as pessoas. O euro e a União Europeia apenas agravaram o problema.

"É necessária uma política fiscal mais justa e adequada"

Questionando o Ministro das Finanças, Paulo Sá afirmou que o anterior governo do PSD/CDS impôs uma política fiscal de escandaloso favorecimento dos grupos económicos e financeiros, ao mesmo tempo que onerava de forma brutal os rendimentos do trabalho.