Saúde

Reforço dos cuidados na gravidez e dos serviços de obstetrícia no Serviço Nacional de Saúde

Exposição de Motivos

O direito aos cuidados de saúde da grávida e o parto hospitalar integram o vasto conjunto de direitos sexuais e reprodutivos conquistados em Portugal com a Revolução de Abril, sendo exemplo disso a acentuada redução da taxa de mortalidade materna e infantil. A gravidez é um estado de saúde e não de doença, a sua vigilância nos cuidados de saúde primário deve centrar-se na necessidade de cada mulher e família, e estes cuidados prolongam-se ao longo do ciclo de vida da mulher, da criança e da restante família.

Sobre o Projecto de Lei de prevenção e proteção contra a violência obstétrica

O PCP defende intransigentemente o aprofundamento da qualidade e proximidade dos serviços públicos de saúde no acompanhamento da grávida, no parto e no puerpério, sendo fundamental que sejam eliminadas práticas não justificadas, abusivas ou desumanizadas na relação com a grávida, que desvalorizem o seu direito à participação informada em todo este processo, designadamente no parto. 

Sobre os constrangimentos na urgência de ginecologia e obstetrícia no Hospital Garcia de Orta

Destinatário: Ministrério da Saúde

Aquando do anúncio do Governo da criação de urgências regionais na Península de Setúbal, o PCP expressou a sua oposição, porque esta não é a solução para garantir às grávidas os cuidados de saúde que têm direito.

O estágio não pode impedir o acesso à profissão de nutricionista


Projeto de Lei n.º 595/XVII/1.ª (PSD e CDS-PP) «Terceira alteração ao Estatuto da Ordem dos Nutricionistas»