União Europeia
A política da UE para os refugiados e o caso do navio Aquarius
11 Junho 2018
A imprensa internacional noticia hoje que o presidente do governo espanhol deu ordens para que o porto de Valência receba o navio Aquarius - da ONG alemã SOS Mediterrâneo - que foi recusado por Itália e Malta, e que tem a bordo 629 refugiados. Várias cidades italianas, como Palermo, Nápoles, Messina e Régio de Calábria, afirmaram-se prontas para receber o navio, mas estão impedidas de fazê-lo por ordem do Ministério dos Transportes.
Rumo a um sector europeu da aquacultura sustentável e competitivo
11 Junho 2018
O desenvolvimento da aquacultura comporta um potencial considerável ainda por explorar.
Fazê-lo de forma sustentável exige um forte apoio à investigação científica e ao desenvolvimento tecnológico - uma exigência distante da realidade quotidiana de Laboratórios do Estado e demais instituições públicas asfixiadas financeiramente.
Situação da pesca recreativa na UE
11 Junho 2018
A pesca recreativa, entendida como a pesca destinada a consumo próprio ou lazer, pode tomar várias formas e utilizar várias artes, sendo as mais comuns a pesca à linha, com arpão e a apanha, existindo também métodos passivos, incluindo redes, armadilhas, nassas e palangres.
Estando cada vez mais disseminada, importa conhecer melhor as condições em que esta actividade é exercida. Obter mais dados de caracterização, nomeadamente sobre a pesca recreativa marinha, incluindo sobre o número de pescadores e as artes mais utilizadas.

«Os fundos comunitários nunca compensaram os prejuízos que o país teve nos mais diversos domínios»
8 Junho 2018
Reprogramação dos fundos comunitários e instrumentos financeiros
8 Junho 2018
Com o Portugal 2020 a chegar a meio, as autoridades portuguesas estão a levar a cabo um exercício de reprogramação que passa por retirar dinheiro dos programas e áreas com menor execução e atribuí-lo a outras com um uso mais intensivo das verbas ou que são consideradas prioridades nacionais. Os quadros comunitários estendem-se ao longo de vários anos, portanto há que ajustar a disponibilidade de verbas às necessidades da economia, pelo que este exercício não é inédito nem original.
Sobre a Situação na Nicarágua
8 Junho 2018
A resolução configura mais um exemplo de pressão, ameaça, chantagem e ingerência a um país soberano. Aqueles que a votaram favoravelmente, não admitem países que afrontem os interesses das grandes multinacionais e capital transnacional, que expressem solidariedade com outros países alvos da ofensiva imperialista e que desenvolvam no seu país processos democráticos e soberanos, de progresso e de desenvolvimento nacional.
Sobre o Mecanismo Interligar a Europa após 2020
8 Junho 2018
A Comissão prossegue a sua estratégia de dourar a pílula das políticas que propõe.
Sobram adjectivos mas a prática não acompanha nem o discurso nem as políticas que procuram impor aos EM para o sector.
Sobre a igualdade de género e emancipação das mulheres: transformar as vidas das raparigas e mulheres através das relações externas da UE 2016-2020
8 Junho 2018
O relatório não se debruça sobre a política de desenvolvimento em específico, nomeadamente as implicações do Novo Consenso para o Desenvolvimento, mas na forma como, nessas e noutras dimensões das relações externas, a questão da igualdade de género, a proteção a mulheres e raparigas ou a promoção de ações que promovam a sua capacitação e independência está a ser internalizada.
Sobre as normas mínimas relativas aos direitos, ao apoio e à protecção das vítimas da criminalidade
8 Junho 2018
O relatório tem como objectivo avaliar a aplicação da Directiva 2012/29/UE nos EM, cobrindo os diferentes aspectos da sua aplicação - transposição para a ordem jurídica a nível dos EM; aplicação prática da directiva no terreno; benefícios para as vítimas.
Identificam-se vários problemas nos EM:
- complexidade dos procedimentos para aceder aos serviços de apoio e falhas no sistema de apoio às vítimas;
- falta de base legislativa para processos transfronteiriços;
Sobre a Líbia
8 Junho 2018
A Líbia contemporânea é uma criação dos Estados Unidos da América (EUA), da União Europeia (UE) e da NATO, sendo um produto da agressão militar por estes promovida em 2011, em violação do direito internacional. A história provou que esta agressão militar não teve qualquer preocupação com Tratou-se de uma agressão que visou o controlo geoestratégico da região e dos seus recursos naturais.
As situações flagrantes de escravatura, de tráfico de seres-humanos e de outras violações de direitos humanos, são precisamente uma consequência daquela agressão.
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