Intervenções

"Renegociar a dívida exige a ruptura com a política de direita"

No debate sobre a dívida pública realizado hoje na Assembleia da República, Paulo Sá afirmou que não renegociar a dívida ou renegociá-la no interesse dos credores significa prolongar por décadas a política de exploração, empobrecimento e desastre nacional. Significa a continuação dos cortes nos salários, pensões e prestações sociais, na saúde, educação, ciência, cultura e serviços públicos.

Debate sobre o combate ao empobrecimento, por uma política alternativa de justiça na distribuição de rendimentos

(interpelação n.º 19/XII/4.ª)

Sr.ª Presidente,
Srs. Membros do Governo,
Srs. Deputados:
Se há matéria que é clarificadora das opções políticas de cada um dos partidos é a da política de rendimentos e a forma como é distribuída a riqueza nacional.

"O povo português está farto de injustiças, de empobrecimento, de afundamento e declínio nacional"

No encerramento da Interpelação do PCP ao Governo sobre a distribuição de rendimentos no país, Francisco Lopes afirmou que uma política de libertação do povo e do País, de libertação do domínio dos grupos monopolistas sobre o poder político e a vida nacional, de libertação da dependência e do saque externo. Uma política de afirmação da Constituição da República e dos valores de Abril, de liberdade, democracia, soberania e progresso social.

"Desde 2010, com este Governo, perderam-se 93700 empregos na agricultura"

Na Interpelação do PCP ao Governo sobre a distribuição de rendimentos no país, João Ramos afirmou que a relação entre a produção e a distribuição é asfixiante para os produtores. Um estudo do GPP refere que na distribuição de valor criado ao longo da cadeia, os agricultores ficam com 10% e o comércio com 75%.

"O Governo condena o futuro da imensa maioria dos portugueses"

Debate sobre o combate ao empobrecimento, por uma política alternativa de justiça na distribuição de rendimentos
(interpelação n.º 19/XII/4.ª)

Sr.ª Presidente,
Sr.ª Ministra da Justiça…
Perdão, Sr.ª Ministra das Finanças.
Podia ser a Sr.ª Ministra das injustiças, mas neste caso é a Sr.ª Ministra das Finanças.

"Não há país desenvolvido sem a valorização do trabalho e dos trabalhadores"

Na Interpelação do PCP ao Governo sobre a distribuição de rendimentos no país, Diana Ferreira afirmou que não há país desenvolvido nem um pleno regime democrático sem a valorização do trabalho e dos trabalhadores, incluindo os mais qualificados na saúde, na escola pública e no sistema científico e tecnológico nacional ao serviço do país e das suas necessidades.

"O Governo tem feito muito pelo rendimento de algumas famílias"

(interpelação n.º 19/XII/4.ª)

Sr. Presidente, Sr. Ministro da Economia,

"A vossa política gera miséria e não é futuro para o país"

Na Interpelação do PCP ao Governo sobre a distribuição de rendimentos no país, David Costa afirmou que como pode haver justiça social quando, perante tantas dificuldades e desemprego, o Governo coloca cada vez mais obstáculos no acesso e no valor pago no subsídio de desemprego ou no RSI, com o corte a mais de 40 mil crianças.

"Governo contribui para o aprofundamento da injustiça na distribuição dos rendimentos"

Na Interpelação do PCP ao Governo sobre a distribuição de rendimentos no país, Paulo Sá afirmou na sua intervenção que as opções fiscais do Governo contribuem para o agravamento das desigualdades e das injustiças sociais, há alternativa a esta iníqua política fiscal e é possível, como já foi demonstrado pelo PCP, aliviar a carga fiscal que recai sobre os trabalhadores e o povo, assim como sobre as micro e pequenas empresas, desde que se tribute de forma mais adequada o grande capital.

"Hoje temos um país mais desigual e injusto"

Na Interpelação do PCP ao Governo sobre a distribuição de rendimentos no país, João Oliveira afirmou que este governo não tem preocupações com a justiça na distribuição da riqueza e estão a criar um país cada vez mais desigual e cada vez mais injusto e é por isso que os portugueses o vão derrotar.