Intervenções

"A situação das urgências hospitalares e da sua ruptura têm causas e responsáveis - a política de saúde deste Governo"

Na declaração política que o PCP levou hoje à tribuna da Assembleia da República, Paula Santos afirmou que a situação das urgências hospitalares e da sua ruptura não é um problema pontual e não é de hoje, é frequente, vem de há muito e tem vindo a agravar-se. Os elevados tempos de espera para o atendimento nos serviços de urgências, de 22 horas no Hospital Amadora-Sintra e no Hospital de Santa Maria da Feira ou de 18 horas no Hospital de Évora ou a ausência de assistência médica às duas pessoas que morreram nos serviços de urgências têm causas e responsáveis - a política de saúde deste Governo.

Recomenda ao Governo que garanta a construção da variante poente à estrada nacional n.º 14

(projeto de resolução n.º 1198/XII/4.ª)

Sr. Presidente,
Sr.as e Srs. Deputados:

Defesa da vitória do Syriza nas eleições legislativas antecipadas que vão realizar-se no próximo dia 25 na Grécia

Sr. Presidente,
Cumprimento também a Deputada Helena Pinto pela declaração e pelo tema que aqui trouxe.
De facto, o PCP considera que são lamentáveis as afirmações do Ministro Machete, pois revelam ingerência na soberania e na vontade do povo grego.

A avaliação política que os portugueses irão fazer nas próximas eleições

Sr.ª Presidente,
Sr. Deputado Alberto Costa,
Começo por saudá-lo pela sua intervenção, mas deixa-nos a sensação de que só ouvimos a primeira parte e que faltou a segunda. Com a primeira parte, no essencial, estamos de acordo, ou seja, convergimos absolutamente no diagnóstico do Sr. Deputado sobre o caráter destrutivo da política deste Governo.

As dificuldades por que têm passado os cidadãos portugueses

Sr.ª Presidente,
Srs. Deputados,
O Sr. Deputado do PSD optou por fazer uma declaração política passando ao lado dos problemas da vida da juventude, que são também os problemas do País.

Condenação do atentado contra o jornal francês Charlie Hebdo

Sr.ª Presidente,
Sr.as e Srs. Deputados:

"Sem renegociação da divida não há condições para fazer uma política de esquerda"

No debate sobre a dívida pública realizado hoje na Assembleia da República, João Oliveira afirmou que a renegociação é uma condição para uma política de esquerda e por isso temos vindo a apresentar sucessivamente ao longo destes 4 anos uma proposta consequente de renegociação da dívida, mas para fazer uma política diferente.

"Qual é a posição do PS sobre a questão da renegociação da dívida?"

No debate sobre a dívida pública realizado hoje na Assembleia da República, Paulo Sá questionou o PS sobre quais as propostas concretas que tem para poder afirmar que defende a renegociação da dívida.

"O programa político do Governo é o empobrecimento dos trabalhadores e do povo"

No debate sobre a dívida pública realizado hoje na Assembleia da República, Paulo Sá afirmou que apesar de nos últimos anos o Governo ter imposto brutais medidas de austeridade, levando ao empobrecimento dos portugueses e ao afundamento da economia nacional, o saldo primário será este ano, de acordo com as previsões do próprio Governo, apenas de 0,3%, um valor muito aquém dos 3,5% necessários para garantir a sustentabilidade da dívida pública.

"A sustentabilidade da dívida é um problema social"

No debate sobre a dívida pública realizado hoje na Assembleia da República, João Oliveira afirmou que os processos de renegociação não afundam os países no caos, resolvem os problemas económicos e sociais dos povos.

Sr. Presidente,