Intervenções

"O sistema financeiro tem de estar ao serviço das pessoas"

O voto contra do PCP é um voto contra a política que salva bancos enquanto sacrifica pessoas. É um voto contra as imposições da União Europeia que são contrárias aos interesses dos portugueses. É um voto contra os privilégios dos banqueiros, que usam e desviam o dinheiro das pessoas e chamam o Estado para pagar os seus crimes, enquanto circulam livremente pelo país em vidas de luxo. É um voto contra a opção de cortar nos salários, nas pensões, na segurança das populações, na Justiça, na Cultura, na Educação, na Saúde, para pagar aventuras de banqueiros. O sistema financeiro tem de estar ao serviço das pessoas. Para isso, as pessoas têm de controlar os bancos.

PCP reafirma compromisso com a devolução integral de salários

No momento da aprovação na Assembleia da República da reposição faseada dos salários dos trabalhadores da Administração Pública, o PCP, que votou favoravelmente o diploma apesar das reservas que suscita, sublinhou o carácter insuficiente da medida reafirmando o compromisso com a sua reposição integral a 1 de Janeiro de 2016.

Pela reposição do direito dos ferroviários às concessões de transportes

(projeto de resolução n.º 24/XIII/1.ª)
(declaração de voto oral)

Sr. Presidente,
Sr.as e Srs. Deputados:

Extinção da contribuição extraordinária de solidariedade

(projeto de lei n.º 35/XIII/1.ª)

Sr. Presidente,
Sr.as e Srs. Deputados:
A Sr.ª Deputada Cecília Meireles falou de factos. Então, vamos a três factos: primeiro facto, o plano original do partido dos reformados de Paulo Portas era cortar, em definitivo, pensões acima de 1000 €.

"Nos últimos 4 anos não houve politicas de preservação dos recursos naturais"

Sr. Presidente,
Srs. Deputados,
Srs. Membros do Governo, neste debate, e para o PCP, as questões relacionadas com o planeamento e o ordenamento do território, a erosão costeira e o litoral, a desertificação e a concentração urbana são questões que merecem a nossa especial atenção.

"Não se augura nada de bom para os grandes desafios ambientais"

No debate em torno da 21ª Cimeira do Clima agendado pelo PEV, Ana Mesquita afirmou que "enquanto forem privilegiados os interesses das grandes empresas e dos grandes grupos económicos, ou seja, daqueles que entendem os recursos naturais apenas como mais uma forma de obtenção de lucro, e não como um bem essencial à sustentabilidade do desenvolvimento e de resposta às necessidades sociais e económicas das populações, não se augura nada de bom para os grandes desafios ambientais com que nos deparamos a curto e a longo prazo."

"Os problemas ambientais têm de recair sobre o sistema capitalista e sobre os grupos monopolistas"

No encerramento do debate em torno da 21ª Cimeira do Clima agendado pelo PEV, Ana Mesquita afirmou que "Paris não consagrou a assunção do princípio da responsabilidade comum, mas diferenciada, entre países em desenvolvimento e países industrializados. O sistema único que é proposto aprofunda as injustiças entre os países que mais contribuem e contribuíram para a acumulação de carbono na atmosfera e os países em desenvolvimento."

"Só quem defende a educação como um negócio pode defender o top de vendas que é o ranking escolar"

Sr. Presidente,
Srs. Membros do Governo,
Srs. Deputados:
É curioso que o CDS traga este debate aqui hoje, tendo em conta que ontem, na Comissão de Educação e Ciência, o PCP apresentou o seu projeto de lei sobre exames e que o CDS nem sequer se inscreveu para usar da palavra e, hoje, este assunto é considerado tema para um debate de atualidade.
Sr. Presidente,
Srs. Deputados: