União Europeia
Responsabilidades dos Deputados do PCP no Parlamento Europeu Segunda parte da Legislatura 2014/2019
18 Janeiro 2017
No início da segunda parte da legislatura 2014-2019 do Parlamento Europeu, os deputados do PCP assumem as seguintes novas responsabilidades:
- João Pimenta Lopes assume uma Vice-Presidência da Delegação à Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana (EUROLAT);
- Miguel Viegas assume a coordenação da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários no Grupo Confederal GUE/NGL.
Conjunto das responsabilidades dos deputados do PCP no Parlamento Europeu:
João Ferreira:
• Membro do Bureau do Grupo Confederal Esquerda Unitária Europeia / Esquerda Verde Nórdica (GUE/NGL)
Deputado do PCP ao Parlamento Europeu regressa de visita ao Sudão
22 Dezembro 2016
O deputado do PCP ao Parlamento Europeu, João Pimenta Lopes, regressou hoje, 22 de Dezembro, de uma visita ao Sudão no âmbito de uma delegação do Grupo Confederal da Esquerda Europeia/Esquerda Verde Nórdica (GUE/NGL).
Medicamentos pediátricos
21 Dezembro 2016
As crianças têm sido muitas vezes referidas como “terapeuticamente órfãs”, já que muitas vezes é-lhes negado tratamento apropriado para as suas características específicas, assim como para as doenças e condições que os afectam especificamente. Em 2006, entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 1901/2006, relativo a medicamentos para uso pediátrico.
Programa de investigação do fundo de investigação do Carvão e do Aço
21 Dezembro 2016
O Tratado da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) foi assinado em 1951. Quando o Tratado expirou, em 2002, foi decidido colocar os activos da CECA à disposição de um Fundo de Investigação do Carvão e do Aço (RFCS). O Programa é financiado pelas receitas geradas pelos activos remanescentes da antiga CECA e é gerido pela Comissão Europeia. O RFCS é complementar ao programa Horizonte 2020 e é gerido independentemente deste. Em qualquer caso, os principais beneficiários são conhecidos.
Acordos internacionais no domínio da aviação
21 Dezembro 2016
Como parte da “Estratégia de Aviação para a Europa”, de Dezembro de 2015, a Comissão Europeia abriu negociações para acordos no domínio da aviação com vários países, asiaticos na sua maioria. Este relatório apoia a Estratégia, à qual nos opomos severamente. Em síntese, o seu objectivo: “Incrementar a exploração, degradar a soberania, promover a concentração capitalista”.
Normalização de contas das empresas de caminho de ferro
21 Dezembro 2016
Esta proposta integra o quarto pacote ferroviário da UE e visa a revogação do Regulamento (CE) n.º 1192/69. Este regulamento é relativo às regras comuns para a normalização de contas das empresas de caminho-de-ferro. Autoriza os Estados-Membros a compensar as empresas de caminho-de-ferro por encargos que as empresas de outros modos de transporte não têm de suportar, como por exemplo pagamentos especiais em caso de acidentes de trabalho.
Mercado nacional de serviços de transporte ferroviário de passageiros
21 Dezembro 2016
Esta proposta integra o quarto pacote ferroviário da UE e centra-se na alteração do Regulamento (CE) n.º 1370/2007. Objectivo enunciado: melhorar a qualidade dos serviços ferroviários de passageiros e aumentar a sua eficiência operacional, de modo a melhorar a competitividade e a atractividade do transporte ferroviário em relação a outros modos de transporte e desenvolver o espaço ferroviário europeu único. Paleio bem conhecido.
Espaço ferroviário europeu único
21 Dezembro 2016
Esta proposta legislativa, também conhecida por “Directiva de Governação”, integra o quarto pacote ferroviário da UE e tem como objectivos:
O acesso ao mercado dos serviços portuários e a transparência financeira dos portos
21 Dezembro 2016
A conversa não é nova nem os argumentos originais. Sob a capa de uma mirífica modernização de serviços e operações, leva-se por diante a liberalização e privatização de mais um sector estratégico da economia: o sector portuário. As promessas já as vimos em relação a outros sectores: captar investimentos, maior eficiência, melhor qualidade. Sabemos bem o que significam, desmentidas que são, sem apelo nem agravo, pela realidade. É verdade que esta proposta fica muito aquém daquilo que eram as ambições liberalizadoras iniciais da Comissão Europeia. Diminui o grau de liberalização.
Apoio às vítimas da Talidomida
21 Dezembro 2016
A talidomida foi comercializada a partir de 1956 como antigripal e “calmante” – contra distúrbios do sono e tranquilizante – e, depois, indicada em casos de “enjoos” matinais da gravidez. Foi retirada do mercado anos depois, tendo sido associada a casos de malformações congénitas. Estima-se entre 10 mil e 20 mil as vítimas da talidomida no mundo, com diferentes graus de deficiências. A Chemie Gruenhental, empresa responsável pela comercialização da talidomida, não realizou previamente testes clínicos.
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