União Europeia

Sobre o acordo de cooperação operacional e estratégica entre a Geórgia e a Europol

A EUROPOL é uma agência da União Europeia que se enquadra no aprofundamento federalista do processo de integração europeu, tendo por principal objectivo o cumprimento coercivo da lei. Uma infraestrutura que à margem dos estados membros, se impõe e sobrepõe a estes, numa clara postura contrária à sua soberania e autonomia das suas próprias forças de segurança e da desejável cooperação entre estados.

Sobre países terceiros cujos nacionais estão sujeitos ou isentos à obrigação de visto para transporem as fronteiras externas (Revisão do mecanismo de suspensão)

Este relatório propõe alterar o Regulamento (CE) n.º 539/2001 que fixa a lista dos países terceiros cujos nacionais estão sujeitos à obrigação de visto para transporem as fronteiras externas e a lista dos países terceiros cujos nacionais estão isentos dessa obrigação (Revisão do Mecanismo de Suspensão).

Sobre a situação dos direitos fundamentais na União Europeia em 2015

Assinalam-se positivamente as recomendações no campo das liberdades, dos direitos dos refugiados e migrantes, da liberdade de circulação, do direito à privacidade, do direito à informação, da não discriminação, da igualdade entre homens e mulheres, dos direitos da criança, dos direitos das pessoas com deficiência e da defesa dos direitos sociais, entre outros, que subscrevemos.

Sobre o Relatório Anual sobre os Direitos Humanos e a Democracia no Mundo (2015) e a política da União Europeia nesta matéria

O presente relatório não se distingue dos de anteriores anos. Caracteriza-se, no essencial, por uma visão manipuladora e redutora dos direitos humanos - políticos, sociais, económicos e culturais -, utilizando-os como justificação de ingerência e pressão política sobre países terceiros. Regista-se a postura branda ou de omissão com países alinhados com as políticas e estratégia da UE por oposição com a abordagem a países duramente criticados. Críticas que, na maioria, se ficam a dever não às suas práticas, mas a não serem submissos ao imperialismo norte-americano e à UE.

Sobre as actividades da comissão das Petições em 2015

Este relatório descreve a actividade e trabalhos da Comissão das Petições. Detalha o número de petições recebidas, encerradas ou tratadas pela comissão ou sobre os países ou assuntos em questão, constituindo uma ferramenta quantitativa importante na avaliação do seu trabalho.
Durante 2015 foram recebidas 1431 petições (menos 47% do que em 2014), 943 foram consideradas admissíveis, das quais 424 tiveram uma análise rápida.

Deputado do PCP no Parlamento Europeu cancela participação na Sessão da Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE em protesto pela ausência de interpretação de/para Português

O deputado do PCP no Parlamento Europeu, João Ferreira, Vice-Presidente da Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE - que reúne deputados do Parlamento Europeu e parlamentares de 78 países de África, Caraíbas e Pacífico - decidiu cancelar a sua participação na próxima sessão desta Assembleia, que terá lugar em Nairobi, no Quénia, de 17 a 21 de Dezembro, em protesto pela não disponibilização pelo Parlamento Europeu de serviços de interpretação activa de Português.

Actividades da Comissão das Petições em 2015

Durante 2015 foram recebidas 1431 petições (menos 47% do que em 2014), 943 foram consideradas admissíveis, das quais 424 tiveram uma análise rápida. O direito de petição deve ser um instrumento fundamental na via de uma democracia participativa. A PETI pode fazer um trabalho considerável para explicar e, eventualmente, provar os êxitos e benefícios do projecto europeu. Em 2015 houve maior celeridade e eficiência ao nível do tratamento das petições.

Preparação da reunião do Conselho Europeu de 15 de Dezembro de 2016

Agravam-se as muito precárias e degradantes condições de detenção de refugiados e migrantes na União Europeia, onde milhares de seres humanos são deixados à mercê do rigoroso inverno e das intempéries. É a própria Agência dos Direitos Fundamentais a apontar as grosseiras violações de direitos humanos em solo europeu. Estas são consequências do criminoso acordo UE-Turquia e da política de externalização de fronteiras. Só este ano contabilizam-se 4715 mortes no Mediterrâneo, o maior número de sempre.

Limitação dos direitos dos deputados do Parlamento Europeu aprovada com votos do PS, PSD, CDS e MPT

No dia 13 de Dezembro de 2016, durante a votação do relatório Corbett, relativo à revisão do Regimento do Parlamento Europeu, algumas das alterações votadas, pela sua importância, terão implicações profundas no futuro funcionamento do Parlamento Europeu, nos direitos dos deputados e na sua capacidade de intervenção. Destacamos a seguir algumas dessas alterações, com indicação da posição assumida pelos diferentes partidos portugueses representados no Parlamento Europeu: