União Europeia
IX Sessão Plenária Ordinária da Delegação à Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana (EUROLAT)
22 Setembro 2016
Decorreu em Montevideu, entre os dias 19 a 22 de Setembro, a 9ª Assembleia Parlamentaria Euro-Latino Americana (EUROLAT), na qual participou o deputado do PCP ao Parlamento Europeu, João Pimenta Lopes .

Violações do cessar-fogo na Síria por parte dos EUA e dos grupos por este apoiados
20 Setembro 2016
Nos últimos dias, um ataque da aviação dos EUA matou pelo menos 62 soldados sírios.
Terroristas do Estado Islâmico progrediram para o território ocupado pelos soldados sírios mortos.
Até este sábado eram 199 os casos de violação do cessar-fogo. O exército sírio e seus aliados cumpriram o respectivo acordo.
Entretanto, os vários grupos armados têm aproveitado a trégua para reagrupar combatentes, nomeadamente em Aleppo e Hama, e recomporem os arsenais de armas e munições.
IX Assembleia EUROLAT
20 Setembro 2016
O deputado do PCP ao Parlamento Europeu e membro da Delegação à Assembleia Parlamentar Euro-Latino-America (EUROLAT), João Pimenta Lopes, participa na IX Sessão Plenária Ordinária da EUROLAT, que está a decorrer em Montevideu, Panamá, entre os dias 19 e 22 de Setembro.
Cimeira de Alto nível das Nações Unidas subordinadas ao tema "abordar os grandes movimentos de refugiados e migrantes"
16 Setembro 2016
Os representantes dos Estados-Membros e da União Europeia têm um contributo muito significativo para esta cimeira.
O silêncio!
O Silêncio da vergonha de quem tem responsabilidades na desestabilização e na guerra, particularmente na região do Norte de África e Médio Oriente.
O silêncio da vergonha de quem tolera e patrocina muros nas fronteiras de vários países europeus, de que são exemplos recentes Hungria e França.
Sobre a criação de condições no mercado de trabalho favoráveis ao equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional
16 Setembro 2016
Décadas de políticas neoliberais, a imposição de políticas de austeridade, empobrecimento e exploração por governos e pela União Europeia, significam graves retrocessos sociais, de que resultam hoje 125 milhões de pobres, 30 milhões de desempregados e uma cada vez maior desigualdade na distribuição da riqueza.
Sobre o rendimento mínimo na UE
16 Setembro 2016
O conceito de rendimento mínimo, neste contexto de profunda crise económica e social, carece um aprofundamento da reflexão em torno dos seus objectivos e da sua implementação que integre a realidade de cada país. Só assim será possível definir um valor que assegure, de facto, condições mínimas de dignidade a quem é vítima da pobreza e do desemprego de longa duração.
Hoje é questionável se 60% do rendimento mediano, mercê do esmagamento de salários dos trabalhadores, cumpre aquele objectivo.
Sobre o "dumping" social na União Europeia
16 Setembro 2016
A União Europeia está longe de ser um exemplo na elevação dos direitos dos trabalhadores. Pelo contrário. A sua natureza de classe, a sua matriz ideológica, capitalista, tem imposto legislação, recomendações e políticas, um vasto conjunto de instrumentos de exploração, que ao longo de décadas contribuíram para aprofundar o dito dumping social.
A livre circulação, sem a garantia de direitos laborais iguais entre países, é disso exemplo.
Sobre as relações UE-Tunísia no actual contexto regional
16 Setembro 2016
Este relatório não traz nada de novo em torno do que são as relações externas da união europeia com países terceiros.
Discussão conjunta-Pequenas e médias empresas
15 Setembro 2016
Não negamos a necessidade de melhorar o acesso ao financiamento por parte das PMEs. Pensamos inclusivamente que esta é uma questão chave para o nosso crescimento económico.
Contudo, não podemos abordar esta questão sem um bom diagnóstico. Procurar resolver a falta de financiamento das PMEs a partir da união dos mercados dos capitais ou da união bancária demonstra que nada aprendemos com o passado.
Prospecto a publicar em caso de oferta pública de valores mobiliários ou da sua admissão à negociação
15 Setembro 2016
Reconhecemos a importância de haver mais transparência ao nível do mercado de títulos e maior protecção junto dos consumidores.
O que não devemos é cair na ilusão de que este documento vai resolver os graves problemas do sistema financeiro, designadamente da sua opacidade e complexidade. E muito menos devemos acreditar que este é o passo fundamental rumo a uma união dos mercados de capitais que apenas irá fortalecer os grandes grupos financeiros que continuaram a especular contando sempre com as ajudas públicas em caso de necessidade.
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