União Europeia

Estratégia a longo prazo relativa à redução das emissões de gases com efeito de estufa da UE em conformidade com o Acordo de Paris

Há um problema de partida na abordagem da União Europeia ao objectivo de redução das emissões de gases de efeito de estufa: a opção e a insistência por uma abordagem de mercado que revelou sobejamente não apenas a sua ineficácia mas também a sua perversidade.
O resto é muita propaganda e algumas medidas de discutível acerto.
A criação de um comércio de licenças para poluir nada fez nem faz pela desejada redução da emissão de gases de efeito de estufa, sobretudo se a quisermos concretizada num quadro de justiça e de sustentabilidade.

Sobre a situação das mulheres com deficiência

A União Europeia não se pode demitir de responsabilidades na degradação da situação sócio económica das pessoas com deficiência, onde as mulheres são duplamente discriminadas.

As políticas de austeridade, o recorte de direitos sociais e laborais, o condicionamento ao investimento nos orçamentos dos Estados em áreas como a saúde, a educação ou os apoios sociais não se dissociam do retrocesso social desta franja da população.

Pouca fiabilidade dos défices estruturais

O Pacto de Estabilidade e Crescimento compromete desde o início da sua implementação não só o funcionamento dos estabilizadores automáticos, mas também a realização de políticas contra cíclicas assentes no investimento público e no estímulo da procura agregada.

OMC: rumo a seguir

Instaurar uma nova ordem mundial, assente na desregulação e liberalização do comércio internacional, ou seja, uma nova forma de proteccionismo dos ricos, uma ditadura das multinacionais, forçando a concorrência da força de trabalho com proveniências geográficas diversas, para obter a sua desvalorização geral: foi e é este, em grande medida, o intuito da Organização Mundial do Comércio.

Pacote relativo ao Mercado Único

O mercado único tem ganhadores e tem perdedores.

A livre concorrência capitalista no mercado único tem efeitos assimétricos, que tendem a acentuar a divergência económica e social.

De um lado, as principais economias da União Europeia e da Zona Euro, e as respectivas multinacionais, que colonizaram mercados do centro às periferias. São os ganhadores.

Do outro lado, os países economicamente mais débeis, expostos a uma concorrência desigual e destrutiva, cujos mercados foram colonizados, com forte disrupção do respectivo tecido empresarial. São os perdedores.

Deputados do PCP no Parlamento Europeu rejeitam integração do Tratado Orçamental na legislação da UE

A Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários do Parlamento Europeu votou hoje um relatório sobre a proposta de Directiva relativa “ao reforço da responsabilidade orçamental e da orientação orçamental de médio prazo dos Estados-Membros”.

Quebra de produção de vinho em Portugal

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatístico português a produção de vinho em Portugal deverá ser a mais baixa dos últimos 20 anos. O calor excessivo causou escaldões nos bagos. As condições meteorológicas propícias ao aparecimento de míldio e oídio impactaram também fortemente na produção de 2018,Excetuando o Algarve (aumento superior a 5%, e o Alentejo (produção semelhante a 2017), todas as regiões deverão registar menos produção, prevendo-se uma redução global de 20%, para os 5,2 milhões de hectolítros.

Encerramento da Jado Ibérica

A empresa Jado Ibéria, situada em Portugal no distrito de Braga, pertencente ao grupo multinacional Ideal Standard International. Esta empresa multinacional com sede em Bruxelas opera em diversos Estados Membros e tem beneficiado de fundos da União Europeia.

Digitalização para o desenvolvimento: reduzir a pobreza através da tecnologia

A digitalização e a utilização da tecnologia é parte importante do desenvolvimento das sociedades, tendo impactes em todos os sectores - da indústria à educação, da segurança à agricultura. Do ponto de vista da distribuição da tecnologia, os desequilíbrios globais são gritantes. Efectivamente, metade da população mundial está “offline” e os progressos de acessibilidade à internet e tecnologias de informação estão muito distantes dos objetivos de desenvolvimento sustentável.

Ajuda da UE ao desenvolvimento no domínio da educação

O acesso universal à educação de qualidade e gratuita, em todos os níveis de ensino, é um factor fundamental para a promoção de sociedades mais justas e de um mundo sem as desigualdades que hoje o marcam em termos de níveis de desenvolvimento. Efectivamente, é entre os países mais pobres que se encontram os níveis mais baixos de qualificações académicas, de alfabetização e de literacia.