Votos

Saudação pelo Dia Internacional de Museus

Foi aprovado hoje na Assembleia da República por unanimidade, um voto de saudação proposto pelo PCP que saúda o dia Internacional de Museus.

Congratulação pela distinção de dois cineastas portugueses no Festival Internacional de Cinema de Berlim «Berlinale 201»

O PCP apresentou um voto de congratulação, pelo prémio que dois cineastas portugueses, João Salaviza e Miguel Gomes, receberam na Berlinale 2012, afirmando que os prémios conquistados evidenciam a importância do investimento público na formação artística, no apoio à criação artística e à divulgação da produção cinematográfica, sobretudo num momento em que a política cultural vai em sentido contrário. O Voto foi aprovado por unanimidade.

Saudação pela passagem do 35.º Aniversário das Primeiras Eleições Autárquicas

A 12 de Dezembro assinalaram-se os 35 anos das primeiras eleições autárquicas, um momento inigualável, decorrente da conquista do Poder Local Democrático na Revolução de Abril e consagrado na Constituição da República Portuguesa. O Poder Local Democrático é expressão da vontade popular e constitui uma das mais progressistas e avançadas conquistas do povo português.

Condenação à agressão militar ao povo Líbio e ao seu país

Condenando a agressão militar ao povo Líbio e ao seu país, o PCP apresentou hoje um voto em que se solidariza com o povo Líbio nas suas aspirações de liberdade, democracia, progresso social, paz, soberania e integridade territorial do seu País, condenando a agressão militar à Líbia e a exigência do fim dos bombardeamentos e da retirada das forças militares estrangeiras.

Protesto contra os cortes orçamentais na área da cultura

O Decreto-Lei de execução orçamental n.º 72-A/2010, de 18 de Junho, inclui um corte de 10 % em todos os apoios atribuídos pelo Ministério da Cultura.

Estas restrições, para além da inviabilização de inúmeros projectos de diversas áreas da criação artística, implicarão a interrupção de projectos em curso, a perturbação grave do funcionamento de estruturas de inegável mérito cultural e poderão mesmo implicar a concretização de despedimentos em vários sectores ligados à produção cultural e artística.

Pesar pelo falecimento de José Saramago

José Saramago nasceu em Azinhaga (Golegã) em 16 de Novembro de 1922, numa família de pequenos agricultores. Em Lisboa, frequentou um curso técnico e teve o seu primeiro emprego como serralheiro mecânico. Autodidacta, satisfazia a sua paixão pelos livros passando as noites na Biblioteca Municipal Central de Lisboa.

Voto de Solidariedade com a Madeira

Voto de pesar pelas vítimas da catástrofe aluvionar ocorrida na Madeira, no dia 20 de Fevereiro, e de solidariedade para com todos os madeirenses por ela atingidos (voto n.º 23/XI/1.ª)

Sr. Presidente,
Srs. Deputados:

É esta a primeira vez que a Assembleia da República se reúne em Plenário depois da catástrofe que se abateu sobre a Madeira no passado dia 20 de Fevereiro, deixando atrás de si um rasto de morte e de destruição.

Pesar pelo falecimento de Rogério Ribeiro

Faleceu no passado dia 10 de Março, com 77 anos, Rogério Fernando da Silva Ribeiro, destacado professor e artista plástico, dinamizador cultural, dirigente comunista, resistente antifascista, combatente pela liberdade e pela democracia.

Pesar pelo Falecimento de José Vitoriano

José Vitoriano faleceu no passado dia 3 de Fevereiro, aos 88 anos. Destacado resistente antifascista e militante comunista, a sua longa vida confunde-se com a luta dos trabalhadores e do seu Partido de sempre, o PCP, pela liberdade, pela democracia e pelo progresso do seu povo e do seu país.

José Vitoriano, operário corticeiro, aderiu em 1941, ainda jovem, ao Partido Comunista Português e ingressou nos seus quadros de funcionários em 1951. Foi Presidente do Sindicato dos Operários Corticeiros do Distrito de Faro, de 1945 a 1948.

Falecimento do General Vasco Gonçalves

Senhor Presidente, Senhores Deputados,

Não decretaram dia de luto nacional na tua morte, General Vasco Gonçalves. E por uma vez, pelos piores motivos, tiveram razão. O povo que te amava, queria que esse luto, essa dor, essas lágrimas lhe pertencessem. Que ninguém as decretasse em seu nome. Que nenhuma página do Diário da República decidisse do que cabia a si decidir.