União Europeia

Sobre políticas de rendimento mínimo enquanto instrumento de combate à pobreza

Falar de políticas de rendimento mínimo é falar das verdadeiras causas que as justificam. É falar das razões porque vivem hoje 125 milhões de pessoas na pobreza na UE, que produz 20% do PIB mundial. É falar das razões porque são crescentes as desigualdades económicas e sociais, os níveis de exploração laboral ou a precariedade.
A resposta é clara.
É na matriz capitalista da UE e nas políticas que tem promovido que estão as causas que justificam a necessidade destes instrumentos.

Incêndios florestais em Portugal: zona industrial de Oliveira de Frades

Os incêndios de 15 e 16 de outubro dizimaram áreas significativas do centro e norte de Portugal. Além das trágicas perdas de vidas humanas e da destruição da fauna, flora, explorações agrícolas e de silvicultura que assolaram estas duas regiões, foram igualmente afetados complexos industriais.

Incêndios florestais em Portugal: Pinhal de Leiria

Os incêndios de 15 e 16 de outubro dizimaram vastas áreas do centro e norte de Portugal. Registaram-se trágicas perdas de vidas humanas, e a destruição de inúmeras explorações agrícolas, pecuárias, industriais e floresta. Infraestruturas de água, energia elétrica e de telecomunicações sofreram consideráveis danos. As perdas ambientais são também avassaladoras.

Incêndios em Portugal: PCP propõe à Comissão Europeia medidas a serem excluídas da contabilização do défice das contas públicas para acudir à vítimas dos incêndios

Incêndios em Portugal: PCP propõe à CE medidas a serem excluídas da contabilização do défice das contas públicas para acudir à vítimas dos incêndios

O deputado do PCP no Parlamento Europeu, Miguel Viegas, questionou esta manhã o comissário Moscovici sobre a possibilidade da despesa necessária às reparações dos prejuízos acusados pelos incêndios não ser contabilizada para o défice à semelhança do que aconteceu com outros Estados-membros.

Investimento nos transportes públicos em Portugal

A situação dos transportes públicos em Portugal, depois de anos de desinvestimento e da profunda degradação sofrida durante a execução do programa de intervenção externa (UE-FMI), não cessa de se agravar.

Violência contra crianças refugiadas nas fronteiras de Estados-Membros da UE

No final da semana passada, o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) calculava em pelo menos 22,5 milhões o total de refugiados no mundo, cerca de metade das quais crianças, e alertava para o facto de aqueles serem vítimas de insultos, discriminação e maus-tratos.
No caso dos menores a situação atinge contornos ainda mais graves porquanto o número de crianças identificadas pelo ACNUR como estando sozinhas tem vindo a crescer. Entre estas, incluem-se crianças que estão na Europa, oriundas da Síria e em geral do Médio Oriente ou do Sudão do Sul.

Deportação de afegãos a partir de países da UE

A Amnistia Internacional (AI) divulgou um relatório em que denuncia que os países europeus estão a enviar milhares de requerentes de asilo de volta para o Afeganistão. Baseando-se em estatísticas da UE, a AI realça que entre 2015 e 2016 o número de afegãos forçados a regressar ao território quase que triplicou, passando de 3290 para 9460.
De acordo com notícias vindas a público, a AI acusa os países da UE de serem “intencionalmente cegos perante a evidência de que a violência está em níveis recorde e nenhuma parte do Afeganistão é segura”.

Conselho - Legislação da UE relativa ao número de emergência 112

A Associação para o Número Europeu de Emergência (EENA), o 112, tem vindo a expressar um conjunto de preocupações e de propostas que acabaram por ter acolhimento por parte do Parlamento Europeu, designadamente no trabalho legislativo em torno do Código Europeu para as Comunicações Electrónicas.
São de destacar as seguintes questões:
- Garantia de um sistema público de alerta multi-canal dirigido à população em geral em situações de risco ou outras que o justifiquem - o chamado “112 reverso”;

Legislação da UE relativa ao número de emergência 112

A Associação para o Número Europeu de Emergência (EENA), o 112, tem vindo a expressar um conjunto de preocupações e de propostas que acabaram por ter acolhimento por parte do Parlamento Europeu, designadamente no trabalho legislativo em torno do Código Europeu para as Comunicações Electrónicas.
São de destacar as seguintes questões:
- Garantia de um sistema público de alerta multi-canal dirigido à população em geral em situações de risco ou outras que o justifiquem - o chamado “112 reverso”;