Intervenções

Não se defende o direito à habitação aceitando restrições orçamentais

Não é possível defender o direito à habitação e, ao mesmo tempo, aceitar as restrições orçamentais e as políticas neoliberais que aprofundam a especulação imobiliária.

Prioridade à paz e à resposta aos problemas dos povos

Tendo em conta a agenda  do conselho queremos deixar um primeiro desafio.

Em vez de promoverem uma guerra interminável na Ucrânia, discutam soluções de paz para a Ucrânia e de segurança coletiva para toda a Europa.

Em vez de assistirem de braços cruzados, discutam medidas para pôr fim à política genocida de Israel, para travar a escalada de guerra de Israel no Médio Oriente, para garantir os direitos do povo palestino.

Defender o mundo rural, prevenir os incêndios! As responsabilidades da política de direita

Estivemos no terreno em São Pedro do Sul, Mangualde, na Madeira, lá onde populações, bombeiros e comunidades se confrontaram com o flagelo dos incêndios.

É preciso falar dos incêndios para tratar das soluções para os combater e, sobretudo, prevenir.

As violências têm de acabar onde quer que tenham lugar

A violência de género tem de ser erradicada. Trata-se de um flagelo social que atinge de forma dramática as mulheres.

Essa realidade está à vista nos dados relativos à violência doméstica. Em Portugal, 49,54% das vítimas em situação de acolhimento são mulheres e 48,8% crianças.

A política genocida de Israel não pode ser ignorada

Senhora Presidente,

Não é aceitável que hoje o Parlamento Europeu debata os acontecimentos de 7 de Outubro de 2023 omitindo deliberadamente a política genocida de Israel contra o povo palestiniano, como denunciado pelo Tribunal Internacional de Justiça, na sequência de décadas de ocupação de territórios palestinianos.

Uma escalada de guerra que provocou mais de 150 mil mortos e feridos palestinianos, dos quais muitos milhares crianças, e dois milhões de deslocados.

Em defesa dos direitos do povo sarauí - PCP propõe debate sobre a recente decisão do Tribunal de Justiça sobre os Acordos Comerciais da UE com Marrocos

Senhora Presidente,

Propomos a inclusão na agenda de um debate sobre a recente decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia sobre os Acordos Comerciais da UE com o Reino de Marrocos.

O Tribunal de Justiça da União Europeia indeferiu os recursos interpostos contra o acórdão do Tribunal Geral que declarava nulos os Acordos Comerciais da UE com Marrocos por incidirem sobre produtos agrícolas e piscatórios do Sahara Ocidental.

Solidariedade com o povo cubano e a sua soberania

Quem propôs esta resolução não quer saber do senhor Ferrer Garcia nem quer saber por que motivos está preso ou se tem historial de crimes violentos, incluindo agressões a mulheres.

Incêndios: é preciso combater e prevenir

Quero expressar solidariedade às vítimas das cheias na Europa Central e de Leste e também às vítimas dos incêndios que estão a atingir o meu país, primeiro na ilha Madeira e agora no centro e norte de Portugal.

Esta solidariedade é naturalmente extensiva também a todos os agentes de protecção civil envolvidos nas operações de socorro e na protecção às populações.

A democracia não se defende com ingerência

Hugo Chavez foi eleito presidente em 1998 e pela segunda vez em 2000. Em 2002 foi alvo de um golpe de Estado e em 2004 a sua continuidade na presidência foi sujeita a um referendo, à margem da realização de eleições.

Em Janeiro de 2019, sem eleições, Juan Guaidó autoproclamou-se presidente da Venezuela, tendo sido reconhecido pela administração Trump, por Bolsonaro e pela União Europeia.

Suspender o acordo UE-Israel, exigir o cessar-fogo imediato

11 meses, mais de 40 mil mortos, a maior parte mulheres e crianças, quase 100 mil feridos, mais de 1 milhão e 700 mil pessoas obrigadas a sair das suas casas em Gaza.

Um território terraplanado. Israel cortou o abastecimento de água, impede o acesso a alimentos e aos mais básicos cuidados de saúde.

A União Europeia, sempre tão pródiga na aplicação de sanções a terceiros, perante o genocídio em curso ignora a barbárie que Israel impõe ao povo Palestino.