O rol de declarações contraditórias, de desmentidos formais e de mentiras descaradas dos últimos dias revela até que ponto os responsáveis políticos e militares dos países membros da NATO estão desorientados com a polémica gerada em torno das armas com urânio empobrecido (depleted uranim, DU). Numa altura em que já não restam dúvidas estarmos perante a ponta de um iceberg de dimensões e consequências incalculáveis, é de temer que uma cortina de silêncio caia sobre o assunto.
Artigo de Nuno Pinhão*
«Conceitos básicos»
Fala-se hoje muito do urânio, das suas utilizações militares e das consequências para a população civil ou militar a ele exposta. No entanto o nível dos conhecimentos gerais sobre o comportamento no núcleo atómico, o fenómeno da radioactividade e respectivos riscos ou benefícios, é muito baixo originando, nuns casos, receios infundados e noutros, que a natureza dos perigos reais passem despercebidos.
Artigo de Dubravka Vujanovic
«As bombas de urânio da NATO continuam a matar em Bratunac»
As bombas de urânio da NATO continuam a matar em Bratunac. A cada três dias morre uma pessoa. Já não há espaço nos cemitérios. A vítima mais recente tem 20 anos de idade. A aldeia está vazia, o cemitério cheio. Em breve já não haverá espaço para os mortos. Entre as famílias de refugiados que se mudaram de Hadzici para Bratunac dificilmente haverá alguma que não esteja coberta de luto.
Artigo de Anabela Fino
«A parvoíce de Scharping ou o exemplo alemão»
O ministro alemão da Defesa, Rudolf Scharping, acordou a semana passada cheio de preocupações. Quer agora saber, "com toda a preocupação que suscita a palavra plutónio", que armas usaram os amigos norte-americanos nos Balcãs. É uma preocupação tardia. Como recordou Klaus Bednarz, director do programa da ARD "Monitor", no passado dia 18, "já há dois anos, durante a guerra do Kosovo, que o "Monitor" informou sobre os perigos para a saúde das populações e dos soldados resultantes das munições de urânio".
Intervenção
Proposta de Lei nº 53/VIII, que reforça as garantias do contribuinte e a simplificação processual, reformula a organização<br />Intervenção do Deputado Octávio Teixeira
Senhor Presidente,
Senhores Membros do Governo,
Senhoras e Senhores Deputados,
Pergunta Escrita no Parlamento Europeu
Pergunta escrita da deputada<br />Demolição de edifício em Viana
Em Viana do Castelo, Portugal, a Câmara Municipal respectiva anunciou que, integrado no Programa POLIS, com apoio de fundos comunitários, iria proceder à demolição do chamado "Edifício Jardim" ou "Prédio Coutinho", situado no centro da cidade e construído há cerca de 27 anos, mas em bom estado de conservação e onde vivem cerca de 90 famílias, a maior par
Intervenção
Intervenção do Deputado<br />Declaração política sobre a TAP
Senhor Presidente,
Senhores Deputados,
Nós bem avisámos. Esta é seguramente uma frase justa a propósito dos acontecimentos da TAP e da parceria com a Swissair.
Avisámos, fundamentadamente, que o Governo insistia em fazer embarcar a TAP e os interesses nacionais num avião com destino incerto.
Nota do Gabinete de Imprensa dos Deputados do PCP ao PE
Deputada do PCP no Parlamento Europeu participa no primeiro Fórum Social Mundial
A deputada do PCP, no Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo, faz parte de uma delegação em representação do grupo Confederal Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica que irá participar no primeiro Fórum Social Mundial, que se realiza entre os dias 25 e 30 de Janeiro, na cidade brasileira de Porto Alegre.
Intervenção
Intervenção da Deputada<br />Combate à insegurança e violência
Sr. Presidente,
Sr. Deputado David Justino,
O texto da proposta de resolução hoje apresentada a debate parece indiciar uma leitura da violência e da insegurança juvenil com uma abrangência que não coincide com muitas das afirmações que fez, quer do alto da tribuna, quer da bancada, em resposta a algumas das perguntas formuladas pelos Srs. Deputados.
Pergunta Escrita no Parlamento Europeu
Pergunta escrita da deputada<br />Verbas atribuídas a produtores vitivinícolas
Milhares de produtores vitivinícolas portugueses poderão ser seriamente prejudicados por já se encontrar praticamente esgotada a verba disponível para os apoios à destilação de vinho, dado que a Espanha e a Itália se teriam antecipado a Portugal na entrega das candidaturas.
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