Saúde

"Sr. Ministro, o que é que o seu discurso tem a ver com a realidade do país"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Bruno Dias afirmou que a tal transformação estrutural que o governo anuncia, não é substituir importações por produção nacional, é substituir importações por fome.

"Isto não é um exercício de contabilidade, é o debate sobre a vida das pessoas"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Miguel Tiago afirmou que aquilo que este governo chama de corte na despesa, o que representa é um corte na democracia. Isto não é um exercício de contabilidade que querem apresentar, é o debate sobre as vidas das pessoas e o impacto que estas medidas têm sobre elas, concluiu.

"O Orçamento do Estado para 2014 é um orçamento mentiroso"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Paulo Sá afirmou que o Orçamento do Estado para 2014 é mentiroso porque estabelece metas que não vai cumprir, afirma que os sacrifícios são distribuídos por todos quando o são apenas para os trabalhadores e o povo. Esta política serve os interesses da banca e dos grupos económicos, mas não serve o país, concluiu.

"Estamos a discutir o orçamento da banca e dos grupos económicos e não o do país"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Paulo Sá afirmou a discussão que estamos a fazer não é de um Orçamento do Estado. Estamos a discutir o orçamento do BPI, do BANIF ou do BCP que, juntos, receberam nos últimos dois anos, diretamente pela mão do Estado, 5.600 milhões de euros para a recapitalização e vão continuar a receber dinheiros públicos. Estamos a discutir o orçamento dos grupos Sonae, Jerónimo Martins, Amorim, EDP, GALP ou Mota Engil que vão arrecadar mais umas centenas de milhões de euros com a reforma do IRC e a beneficiar de regimes fiscais privilegiados.

"Esta política sacrifica vidas, a economia do país e o desenvolvimento nacional"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, João Oliveira afirmou que as linhas vermelhas que o CDS disse que não ultrapassava são como elásticos, colocam-se onde é mais conveniente para os grandes interesses económicos.

"Os portugueses não tem falta de confiança no seu país, têm é falta de confiança neste governo"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Miguel Tiago afirmou que este é o caminho do empobrecimento dos portugueses, no roubo dos salários e pensões, que agrava o endividamento e a destruição do emprego. Os portugueses não tem falta de confiança no seu país e no seu povo, têm é falta de confiança neste governo, concluiu.

Atraso na avaliação das Unidades de Saúde Familiar relativos ao ano de 2012

A monitorização e avaliação das Unidades de Saúde Familiares (USF) referente ao ano de 2012 ainda não são conhecidas. As Administrações Regionais de Saúde (ARS) já deveriam ter publicado os resultados das USF no que respeita ao ano de 2012.

Atrasos nos pagamentos por parte da ARS Norte a Unidades de Cuidados Continuados

Ex. ma Sr.ª Presidente da Assembleia da República
O Grupo Parlamentar do PCP teve conhecimento que a Administração Regional de Saúde do
Norte tem pagamentos em falta a unidades de cuidados continuados. De acordo com os dados
que nos chegaram esses atrasos rondam os três meses.
Os cuidados continuados são uma responsabilidade do Governo, que o próprio transferiu para

Privacidade dos dados pessoais dos utentes do Hospital de Loures

Tivemos conhecimento através de uma utente do Hospital de Loures, que esta entidade está a solicitar aos utentes que autorizem “o tratamento de dados administrativos recolhidos para o efeito de envio de informação sobre a SGHL-Sociedade Gestora do Hospital de Loures, SA (incluindo por correio eletrónico, SMS ou outros meios de recepção de mensagens

"Este orçamento de festa para os grupos económicos é uma declaração de guerra ao povo"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Bruno Dias afirmou que o governo faz uma razia no investimento e pela venda ao desbarato das empresas e sectores públicos, liquidando assim as possibilidades do estado intervir na recuperação económica e do desenvolvimento do país, entregando no entanto de mão beijada ao capital, património e empresas que são de todos os portugueses e deviam estar ao serviço do país.