Trabalhadores

Propostas para os profissionais dos forças e serviços de segurança

O Governo está em incumprimento com as forças e serviços de segurança. Assumiu o compromisso de negociação das carreiras, salários e reestruturação dos suplementos remuneratórios, com as suas organizações representativas para que ainda pudesse ter reflexo neste orçamento, mas o Governo preferiu adiar e arrastar o processo.

Propostas para a fixação de profissionais de saúde no SNS

Agora pretendem encerrar o serviço de neonatologia do Hospital D. Estefânia devido à falta de profissionais, um serviço de referência e que dá uma resposta altamente diferenciada para os bebés com maior fragilidade clínica, reduzindo a capacidade do SNS, depois do encerramento das urgências de ginecologia e obstetrícia e quando se preparam para concentrar serviços de pediatria nas unidades hospitalares, negando o direito à saúde, negando o direito à saúde das crianças e jovens.

Propostas para valorizar os trabalhadores da Educação e da Ciência

Este orçamento não dá resposta aos problemas da Escola Pública, nem aos estudantes, aos trabalhadores e aos pais.

Passa ao lado do gravíssimo problema da falta de professores nas escolas, que leva a que milhares de estudantes não tenham aulas a pelo menos uma disciplina. 

A falta de professores resolve-se com a valorização da carreira e da profissão docente, o que exige vontade política para encetar um processo negocial com os sindicatos para esse fim, que considere:

Propostas para valorizar o poder de compra dos trabalhadores da Administração Pública

O Governo já não consegue disfarçar o seu cinismo quando se discute a indecência do aumento em dez cêntimos no subsídio de refeição – e só em 2027! – ou a atualização dos salários na Administração Pública.

A reposição do poder de compra dos trabalhadores, para compensar as perdas em mais de 20% nas últimas décadas, exige uma negociação séria com os sindicatos.

Este Orçamento é do Governo, do PSD/CDS e será também do Chega, da IL e do deixar-passar do PS, mas não é o que o País precisa

Já está bem demonstrado que:

Este Orçamento do Estado é do Governo, do PSD, do CDS e será também do Chega, da IL e do deixar-passar do PS, mas não é o Orçamento de que o País precisa.

Este Orçamento não serve o País; não serve os trabalhadores; não serve os reformados e pensionistas, ou as crianças e os jovens, as famílias.

Mas não serve a economia, mesmo estando ao serviço dos interesses dos grandes grupos económicos.

PCP presents initial proposals for the 2026 State Budget

Following the discussion and vote on the 2026 State Budget, that revealed the consequences of the political choices contained therein, which will lead to greater inequality and injustice, with the benefits granted to big capital through IRC corporate income tax cuts, tax benefits, public-private partnerships and large transfers of public resources, which contrast with a policy of low wages and pensions and attacks on public services and on the social functions of the State.

PCP apresenta primeiras propostas ao Orçamento do Estado para 2026

Passada a fase da discussão e votação na generalidade do Orçamento do Estado para 2026, cujo debate evidenciou as consequências das opções políticas que nele constam, que conduzirão a mais desigualdades e injustiças, com as benesses atribuídas ao grande capital, através da redução do IRC, dos benefícios fiscais, das PPP ou das volumosas transferências de recursos públicos, que contrastam com uma política de baixos salários e pensões, de ataque aos servi&c

Lay-off na unidade de Braga da Bosch Portugal

Destinatário: Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social 

No ano de 2024, a Bosch Portugal auferiu lucros na ordem dos 2,4 mil milhões de euros, registando um crescimento de 18% na unidade de Braga, a maior do país. Foi o terceiro ano consecutivo em que a fasquia dos dois mil milhões de euros de lucros foi superada.

Em 2024, foram assinados dois contratos com o Estado Português via AICEP, visando a criação de dois projetos de consórcio entre a Bosch Car Multimédia Portugal, em Braga, e a Universidade do Minho.