Trabalhadores
O incentivo à natalidade implica a adoção de uma política alternativa, patriótica e de esquerda
15 Abril 2015
No debate realizado na Assembleia da República sobre as questões da natalidade, o PCP confrontou os partidos que suportam o governo com as políticas que atacam direitos e condições de vida da maioria dos trabalhadores e do povo, colocando como necessário para inverter esta situação, uma política que encare frontalmente o problema da baixa natalidade e que tome as medidas necessárias para garantir

Recusa a continuação da política de direita e propõe uma política alternativa, patriótica e de esquerda
10 Abril 2015
1. Romper com a política de direita e com a submissão às imposições da União Europeia

Recomenda ao Governo a tomada urgente de medidas de apoio ao arrendamento por jovens com vista à sua efectiva emancipação
10 Abril 2015
I

Define o regime de certificação e adoção dos manuais escolares, garantindo a sua gratuitidade
10 Abril 2015
I
A atual situação económica e social das famílias portuguesas, marcada pelo desemprego, por baixos salários, pelo aumento da pobreza, pela perda do poder de compra, confronta-as com gravíssimas dificuldades económicas e sociais, que transformam o início de cada ano letivo num pesadelo para a esmagadora maioria de pais e estudantes, considerando os custos que suportam com a Educação.

Reforça os cuidados de saúde primários na saúde infantil e na prestação de cuidados a crianças e jovens
10 Abril 2015
I

Criação de uma rede pública de equipamentos de apoio à infância de qualidade a preços acessíveis e socialmente justos
10 Abril 2015
Exposição de Motivos
I
A avaliação das medidas de incentivo à natalidade não dispensa a necessidade de gerar confiança aos casais que decidem pela maternidade e paternidade de que disporão de uma rede de equipamentos e serviços de qualidade e a preços acessíveis de apoio à infância.

Institui o Programa Nacional de Combate à Precariedade Laboral e à Contratação Ilegal
10 Abril 2015
Preâmbulo
Um dos traços mais negativos da evolução social e laboral portuguesa, a par do desemprego é a crescente precarização das relações laborais.

Reforço dos Direitos de Maternidade e Paternidade
10 Abril 2015
I
«Hoje ter filhos não é um direito; é um privilégio», conclui o Inquérito à Fecundidade de 2013. Hoje no nosso país, constituir família e ter o número de filhos que se deseja não é para quem quer, é para quem pode.

Reforça os meios da Autoridade para as Condições do Trabalho e cria um Plano Nacional de Combate às Discriminações em função da Maternidade e Paternidade
10 Abril 2015
Exposição de Motivos
I
Ao longo dos últimos meses têm sido públicas e notórias diferentes informações, muitas retratadas na comunicação social, que dão conta de sucessivas e reiteradas violações dos direitos de maternidade e paternidade dos trabalhadores no nosso país.
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