Posições Políticas

Execução orçamental desmascara manipulação do PSD/CDS

Os dados da execução orçamental, hoje conhecidos, põem em evidência o enorme embuste que a Coligação PSD/CDS, por via do governo, construíram ao longo dos últimos meses.

Sobre a decisão e comunicação do Presidente da República relativa à indigitação do Primeiro-Ministro

Em declarações à Comunicação Social, o Secretário-Geral do PCP afirmou que "perante a decisão agora anunciada, o Presidente da República torna-se responsável pela atitude de confronto com a Constituição, pela instabilidade que gera e pelas consequências políticas e institucionais dela decorrentes. Como temos afirmado, PSD e CDS não têm condições para governar, havendo na Assembleia da República uma maioria de deputados que é condição bastante para a formação de um Governo de iniciativa do PS, que permite a apresentação do Programa, a sua entrada em funções e a adopção de uma política que assegure uma solução duradoura. "

Audiência com o Presidente da República

Recebido hoje pelo Presidente da República, Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, sublinhou à saída do encontro que os resultados de 4 de Outubro expressam uma clara condenação do governo PSD/CDS e da sua política dos quais é necessário retirar ilações políticas e institucionais. Perante a existência de uma base institucional para outras soluções governativas que impeçam PSD/CDS de formar governo e prosseguir a sua política de desastre, exploração e empobrecimento foi reafirmado que o PCP rejeitará na AR o programa de um governo PSD/CDS que venha a ser presente.

O PCP não abdica de uma política que responda aos direitos dos trabalhadores e do povo

No comício que encheu por completo o Auditório Magno do ISEP no Porto, Jerónimo de Sousa afirmou que "seja qual for a circunstância e a evolução da situação há uma coisa que os portugueses podem ter como garantida: com toda a sua independência, os votos dos deputados do PCP contribuirão sempre para todas as medidas que forem úteis para os trabalhadores, o povo e o País e opor-se-ão a tudo o que signifique mais exploração, empobrecimento, injustiças sociais e declínio nacional".

Passadas as eleições, cá estamos, para cumprir com o que dissemos, para lutar por um futuro digno para os trabalhadores e o povo

No passado dia 4, os eleitores derrotaram o PSD/CDS, retirando-lhes a maioria absoluta por via da perda de mais de 700 mil votos, 12 pontos percentuais e 25 deputados, quatro dos quais no distrito do Porto.

Contrariamente ao que tentaram fazer crer na noite das eleições, a CDU cresceu e reforçou-se, com mais votos e mais mandatos.

Encontro entre PCP e BE

No final do encontro realizado entre o PCP e o BE, Jerónimo de Sousa afirmou que "o momento em que nos encontramos é o de procurar uma política que responda aos direitos e interesses dos trabalhadores e do povo, colocando em primeiro lugar as políticas capazes de assegurar a elevação das suas condições de vida, combater injustiças e desigualdades, afirmar o direito de Portugal a um desenvolvimento soberano."

Declaração de Candidatura de Edgar Silva à Presidência da República

Na apresentação da candidatura e perante uma sala completamente cheia Edgar Silva sublinhou que "esta é a nossa candidatura, a nossa, de uma extensa e funda energia transformadora. Esta é, e será, a nossa candidatura a Presidente da República, a nossa, de um amplo movimento vital para a libertação de todos e de cada um dos homens e de cada uma das mulheres" e assumiu o compromisso de "como candidato ou como Presidente da República defenderei, intransigentemente, os ideais libertadores de Abril, a nossa Constituição da República e o regime democrático que ela consagra e projecta".

PCP na Palestina e em Israel

O PCP integra uma missão de solidariedade internacional com o Povo palestiniano, que se realiza de 11 a 14 de Outubro, no quadro do processo dos Encontros Internacionais de Partidos Comunistas e Operários (EIPCO), em que, para além do PCP, participam partidos comunistas da África do Sul, da Alemanha, da Bélgica, de Chipre, da Grécia e da Índia.

Afastar do governo PSD e CDS é um imperativo da maioria do povo português

Num comício em Lisboa com largas centenas de participantes, Jerónimo de Sousa afirmou que "Afastar do governo PSD e CDS corresponde a um imperativo para fazer respeitar a vontade da maioria do povo português. É a essa aspiração que o PCP procurará sem hesitação corresponder" a que acrescentou que "seja qual for a circunstância e a evolução da situação (...) os votos dos deputados do PCP contribuirão sempre para todas as medidas que forem úteis para os trabalhadores, o povo e o País e opor-se-ão a tudo o que signifique mais exploração, empobrecimento, injustiças sociais e declínio nacional."