Posições Políticas

"Cumpra-se a vontade da maioria dos deputados da Assembleia da República"

Numa declaração aos órgão de comunicação social, o Secretário-Geral do PCP afirmou que "quaisquer tentativas de Cavaco Silva para procurar subverter a Constituição da República terão a resposta democrática, dos trabalhadores e do povo, que lhe corresponda. Cavaco Silva assume assim todas as responsabilidades pelas consequências políticas e institucionais de eventuais decisões que, por acção ou omissão, contribuam para degradar a situação nacional e promover o confronto entre órgãos de soberania."

A situação que o País mostra quanto imperativa é a candidatura de Edgar Silva

Na sessão pública realizada pela candidatura de Edgar Silva, Jerónimo de Sousa destacou "o que toda situação revela também é a importância da nova batalha eleitoral que aí está para a Presidência da República! Umas eleições que assumem neste quadro uma importância redobrada, visando assegurar um Presidente identificado com a Constituição da República, capaz de a cumprir e fazer cumprir".

Fraude é querer governar contra a vontade da maioria dos deputados

"Passos Coelho, agarrado como lapa ao poder e em desespero de causa, apelidou a solução governativa que resulta dos compromissos entre os quatro partidos que são a maioria na Assembleia da República e representam a maioria do voto popular, como uma fraude". Mas "fraude é querer governar contra a vontade da maioria dos deputados; fraude é utilizar a inexistente e falsa regra que o partido mais votado tem direito a governar; fraude é dizer antes das eleições uma coisa para enganar o povo e depois no governo fazer outra, como sempre fizeram PSD/CDS, em 2011 e agora; fraude é assumir o compromisso de governar de acordo com a Constituição e coleccionar um sem número avultado de decisões de inconstitucionalidade", afirmou Jerónimo de Sousa no Almoço-Comício realizado na Marinha Grande.

PCP condena atentados em Paris

O PCP condena veementemente os atentados ocorridos em Paris, manifesta às vítimas e seus familiares a sua consternação e sentimentos de pesar e expressa ao povo francês a solidariedade dos comunistas portugueses.

Sobre os resultados dos testes de stress ao Novo Banco

Os resultados aos testes de stress realizados ao Novo Banco, hoje divulgados, evidenciam que este terá de ser recapitalizado em 1.398,37 milhões de euros.

Lançamento do Tomo VI das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal

Os textos reunidos no presente tomo são provenientes do período que vai de Janeiro de 1976 até às vésperas do VIII Congresso do PCP que se realizou de 11 a 14 de Novembro do mesmo ano.

Neste VI tomo está bem evidente a política de unidade do PCP

Na sessão de apresentação do Tomo VI das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal, Jerónimo de Sousa sublinhou que "tomo que agora se apresenta, com início em Janeiro de 1976, está patente a esforçada intervenção e acção de um partido, dos trabalhadores, das suas organizações e do movimento popular de massas, na defesa e consolidação das conquistadas alcançadas, e pela unidade e entendimento de todas as forças democráticas na concretização de uma política ao serviço do Povo".

Governo PSD/CDS derrotado, vitória da luta dos trabalhadores

No final da votação e aprovação da moção de rejeição ao programa do governo do PSD/CDS, Jerónimo de Sousa esteve presente na manifestação convocada pela CGTP-IN, e expressou a solidariedade do PCP para com a luta dos trabalhadores e do povo. Jerónimo de Sousa destacou o papel da luta como parte indispensável e determinante na derrota do governo PSD/CDS.

Sobre a «Posição Conjunta do PS e do PCP sobre solução política»

As eleições de 4 de Outubro traduziram de forma inequívoca a condenação da coligação PSD/CDS. Uma condenação expressa no voto que deu tradução ao isolamento e derrota política que já antecipadamente havia sido inscrita pela luta dos trabalhadores e do povo português. Não há tradição que se invoque que apague o que a realidade revela: PSD e CDS viram recusada a sua ambição de maioria absoluta; PSD e CDS perderam as condições para prosseguir o seu rumo de exploração, empobrecimento e injustiças.