O fim da comparticipação da pílula contraceptiva e das vacinas inscritas no Plano Nacional de Vacinação confirmam uma estratégia política há muito denunciada pelo PCP: a saúde deixa de ser um direito e uma prioridade e passa a ser uma área de negócio, em que o acesso aos cuidados de saúde é um privilégio dos portugueses que têm dinheiro.
Nota do Gabinete de Imprensa do PCP
Pílula contraceptiva e vacinas: ataque inaceitável no direito à saúde













