Saúde

Falta de médicos na extensão do Centro de Saúde de Lordosa

A Extensão de Saúde de Lordosa serve uma população residente de alguns milhares de habitantes (distribuída pelas freguesias de Calde e de Lordosa) significativamente envelhecida.

Crescentes dificuldades de acesso aos cuidados de saúde na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados do Carvalhido

O Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português tomou conhecimento do relato de uma família (Arminda Gonçalves Azevedo e Joaquim Dias Queirós, casados, com 79 e 77 anos de idade, respetivamente, e utentes da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados do Carvalhido - UCSPC) quedenuncia as crescentes dificuldades no acesso aos cuidados de saúde, que passamos a citar:

Uma política alternativa para o país: aumento da produção nacional, renegociação da dívida, melhor distribuição da riqueza

O PCP realizou uma interpelação ao governo, subordinada ao tema da política alternativa para o país, afirmando que a alternativa faz-se lutando e hoje, com os trabalhadores e o povo, no contexto de perigos e riscos, alargando-se os caminhos de alternativa à política de direita e os motivos para confiar que uma alternativa patriótica e de esquerda cresce na terra portuguesa.

PCP confronta governo e apresenta políticas alternativas para o país

O PCP confrontou o governo e os partidos que suportam as políticas de desastre nacional, contrapondo com as políticas alternativas que propõe para o país, que existe e acabará por se impor.

"A política alternativa existe e mais cedo que tarde acabará por se impor"

No encerramento da interpelação do PCP ao governo sobre a política alternativa para o país, António Filipe afirmou que O que o país precisa e os portugueses exigem, é aquilo que este Governo não quer. Por isso este Governo já pertence ao passado. As palmas que aqui recebe já são de despedida e mais cedo que tarde a política alternativa que existe acabará por se impor.

"Não digam que não há alternativas à política de desastre do governo PSD/CDS"

Na abertura da interpelação do PCP ao governo, subordinada ao tema da política alternativa para o país, Agostinho Lopes afirmou que a alternativa faz-se lutando e hoje, com os trabalhadores e o povo, no contexto de perigos e riscos, alargando-se os caminhos de alternativa à política de direita e os motivos para confiar que uma alternativa patriótica e de esquerda cresce na terra portuguesa.

Sobre o acordo entre o Ministério da Saúde e a APIFARMA

O Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo a 7 de setembro, através da Pergunta nº 3910/XII/1ª, sobre o desenvolvimento do acordo estabelecido entre o Ministério da Saúde e a APIFARMA, que segundo o qual, tem como objetivo reduzir despesa pública com medicamentos, quer em ambulatório, quer em meio hospitalar.

Carência de enfermeiros nos centros de saúde na área de Lisboa e Vale do Tejo

Após o escandaloso processo de contratação de enfermeiros em falta para os centros de saúde, através de empresas de trabalho temporário, com uma remuneração na ordem dos 3,96 euros por hora, a recibos verdes e por um período de três meses; verificou-se desde 1 de Outubro a saída da maioria dos enfermeiros, o que está a colocar em causa o funcionamento dos centros de saúde e a prestação de cuidados

Este Orçamento do Estado tem de ser derrotado

Em conferência de imprensa, Bernardino Soares afirmou que este orçamento é apresentado por um governo sem qualquer base de sustentação política ou apoio social, que se apressa a desferir mais uns golpes no país e nos portugueses, antes que se lhe acabe o tempo. Os portugueses têm o direito e o dever de derrotar este orçamento e com ele esta política de direita.

Um Orçamento que atenta contra os trabalhadores e o povo

Honório Novo reagindo à entrega do Orçamento de Estado, classificou o documento como um dos mais graves ataques após o 25 de Abril, aos trabalhadores e ao povo. Esta política e este governo têm de ser derrotados antes que arruínem portugal, concluiu.