Posições Políticas

Sobre a situação no Brasil

Com a aprovação pela Câmara dos Deputados da admissão do processo de destituição (impeachment) da Presidente Dilma Rousseff, a ofensiva golpista no Brasil deu um novo e perigoso passo em frente. O PCP, solidário com os trabalhadores e o povo brasileiro em defesa da democracia e pelo necessário aprofundamento das suas conquistas, expressa em particular a sua solidariedade ao PC do B, ao PT e às demais forças que corajosamente lutam para derrotar os ambiciosos projectos da reacção e do imperialismo visando a recuperação das posições que nos últimos anos perderam no Brasil e na América Latina.

"Uma política patriótica e de esquerda é possível em Portugal"

No encerramento do acto de abertura do novo Centro de Trabalho em Vila Real de Santo António, Jerónimo de Sousa sublinhou que o PCP exige "ao Governo português que seja firme na defesa dos interesses nacionais e afirme o direito do povo português de construir o seu próprio futuro de forma independente e soberana".

"É inadiável promover a estabilidade de emprego, cumprindo o direito ao trabalho e à segurança no emprego"

Jerónimo de Sousa interveio na Sessão Pública em Braga integrada na campanha nacional do PCP «Mais direitos, mais futuro. Não à precariedade», uma campanha que se insere numa acção mais geral do PCP, onde se combina a sua acção e intervenção junto dos trabalhadores, visando o fortalecimento da sua organização, unidade e luta, com uma intervenção institucional própria, com iniciativa e propostas, nomeadamente na Assembleia da República, para responder aos anseios e interesses dos trabalhadores.

"Unidos e com a luta do nosso povo, seremos capazes de abrir o caminho a um Portugal com futuro!"

No encerramento do X Congresso da Organização do PCP da Região Autónoma dos Açores, Jerónimo de Sousa sublinhou a "análise da evolução da realidade política, económica, social e cultural dos Açores, mas igualmente linhas de trabalho e propostas que são uma valiosa contribuição para a solução dos problemas que as populações desta Região enfrentam".

A União Bancária, o Euro e a UEM - Constrangimentos e rupturas

Gostaria de começar por agradecer a presença de todos neste seminário promovido pelo PCP e a sua representação no Parlamento Europeu e, em particular, aos nossos convidados estrangeiros que vieram da Dinamarca e de Chipre.

Controlo público da banca

Quando, há 40 anos, a Constituição da República Portuguesa consagrou a subordinação do poder económico ao poder político democrático e quando, ainda hoje, mantém esses princípio fundamental no seu artigo 80.º, apesar das sete revisões constitucionais, a que acrescenta, no artigo 81.º sobre as incumbências prioritárias do Estado, que lhe cabe, no âmbito económico e social, «assegurar a plena utilização das forças produtivas, designadamente zelando pela eficiência do sector público» e «promover a coesão económica e social de todo o território nacional, orientando o desenvolvimento no sentido de

Os casos BES/GES e BANIF - A intervenção, luta e propostas do PCP

A história do desenvolvimento do capitalismo em Portugal está intimamente ligada aos grupos económicos que dominaram durante longos períodos de tempo a economia, a produção e a finança, com governos que foram colocando o Estado integralmente ao seu serviço.

A promiscuidade entre os grupos económicos e o Estado durante o fascismo atingiu proporções quase totais.

Renegociação da dívida, condição para o desenvolvimento e soberania nacional

Na Sessão para debater um dos principais e mais graves constrangimentos ao desenvolvimento do País - o problema da enorme dívida pública portuguesa e o sufocante e paralisante serviço dela resultante, Jerónimo de Sousa sublinhou que a dívida pública é "um problema que há muito identificámos e para a superação do qual apresentámos, nesse ido dia 5 de Abril de 2011, praticamente sozinhos no panorama partidário nacional, uma solução que tem vindo a fazer caminho, porque cada vez mais portugueses compreendem que este é um problema real que urge enfrentar com outra determinação, no quadro de uma política verdadeiramente alternativa, se queremos resolver os problemas de fundo do País, onde pesam, entre outros a degradação acentuada do tecido produtivo nacional, um enorme défice de produção e emprego, os baixos níveis de investimento público e privado, uma sangria permanente de recursos humanos, o aumento da pobreza e das desigualdades sociais e uma crescente dependência do País".

"Só com a renegociação da dívida pública nos moldes propostos pelo PCP é que os portugueses poderão aspirar a um futuro melhor"

Há precisamente cinco anos, no dia 5 de abril de 2011, o PCP apresentou ao povo português a sua proposta de renegociação da dívida pública.

Nessa altura, estava no seu auge um ataque concertado, maciço e especulativo à dívida soberana portuguesa por parte dos mercados financeiros. Tal como nos ataques anteriores às dívidas soberanas da Grécia e da Irlanda, as taxas de juro da dívida pública portuguesa dispararam, atingindo valores incomportáveis.

"Queremos renegociar a Dívida como um direito do povo português a decidir do seu destino"

A 5 de Abril de 2011, o SG do PCP, Jerónimo de Sousa, realizava a Conferência de Imprensa na SPG, “Renegociar a dívida pública – Desenvolver a produção nacional”!