Senhora Deputada Lídia Pereira, uma vez que fez referência também ao jogo ilegal, insisto na pergunta que já fiz à senhora deputada Carla Tavares: se há taxas que não são cobradas porque há jogo ilegal, como é que se cobram essas taxas sem legalizar o jogo? E, legalizando o jogo, porque é que a receita que é cobrada com essas taxas não é receita nacional? Porque é que há de ser receita retirada ao orçamento nacional e transferido para a União Europeia?
E uma segunda pergunta, a propósito da referência à dependência: como é que a senhora deputada acha que se pode articular a cobrança desta receita com o objetivo, que deve ser prioritário, de atacar a dependência do jogo e da adicção que o jogo — inclusivamente o jogo online — provocam, particularmente entre os mais jovens?



