Os elementos abordados sobre o direito à reparação de equipamentos e eventual responsabilização dos fabricantes nesse processo são importantes do ponto de vista da defesa dos direitos do consumidor. Porém, a questão essencial, que fica por abordar - em nome quem sabe do sacrossanto mercado - é o da durabilidade dos equipamentos. Antes de chegar ao momento em que seja necessária a reparação, deveriam ser tomadas medidas, que de resto poderiam ter sido vertidas neste regulamento e não foram, que dessem efectivo combate à obsolescência programada, essa, determinada pelos fabricantes, que compromete as próprias condições de reparabilidade e longevidade dos bens adquiridos. Importaria ainda, que se incidisse sobre os períodos de garantia, alargando-os, bem como o estabelecimento de normas de produção e montagem que garantam a possibilidade de desmontagem e substituição de componentes, inclusive pelo utilizador, quando aplicável, a par da proibição de linhas de código introduzidas na programação de qualquer aplicação que visem diminuir o tempo de vida útil ou a eficácia de um dispositivo.
Mais Vídeos

Ver vídeo
QFP: defendemos a alternativa de um orçamento da UE ao serviço dos povos

Ver vídeo
O PCP propõe eliminar o lucro especulativo e diminuir o preço de venda do pescado ao público

Ver vídeo
A política da UE sobre direitos fundamentais é selectiva e limitada

Ver vídeo
Direitos fundamentais: a extrema-direita entende-se bem com quem os viola na UE

Ver vídeo
TVDE: A proposta do PSD em apreciação vai beneficiar as plataformas e as multinacionais

Ver vídeo
Sobre a consideração da profissão de Carteiro como uma profissão de desgaste rápido

Ver vídeo
Incêndios Florestais: PCP questiona Comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil

Ver vídeo