Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
PCP questiona Governo sobre falta de trabalhadores na rede consular

Ver vídeo
Quando é que o Governo português vai condenar Israel pelo genocídio do povo palestiniano?

Ver vídeo
As políticas da UE e do governo prejudicam a saúde das grávidas

Ver vídeo
O interesse público não se defende nos tribunais arbitrais

Ver vídeo
Mais fundos para compensar prejuízos dos incêndios

Ver vídeo
Um belíssimo retrato das desigualdades na União Europeia
XXII Congresso

Ver vídeo
Identidade, intervenção e reforço do Partido
XXII Congresso

Ver vídeo