Viemos aqui hoje à Lisnave, nesta importante empresa do sector naval, da reparação naval em particular. Uma empresa de enormíssima capacidade instalada do ponto de vista da produção, com espaço para crescer e para alargar o sector estratégico da produção do nosso país, que talvez tenha a sua maior riqueza no conjunto dos trabalhadores que nela trabalham, com trabalhadores altamente especializados e que também eles precisam de ser reconhecidos e valorizados, em particular nas suas condições de trabalho, naturalmente nos seus salários e talvez numa ideia fundamental do trabalho igual salário igual, que é uma situação que também aqui não se concretiza. E como disse, nós temos as condições todas para que o país produza mais e melhor e temos, acima de tudo, as condições em particular dos trabalhadores, como disse, altamente especializados, com uma capacidade de trabalho enormíssima, com uma dedicação enormíssima e que devem ser valorizados a bem naturalmente, da reparação naval, mas acima de tudo, a bem do país. Portanto saímos daqui com uma ideia de possibilidades de crescimento, de possibilidades ir mais longe no trabalho que é aqui feito, mas acima de tudo, necessidade de ir mais longe também naquilo que são o reconhecimento dos direitos de trabalhadores, da sua dedicação e do seu empenho e que merecem naturalmente condições de trabalho, mais salários e ser respeitados, que é uma questão fundamental.
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