Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
Não cederemos um milímetro na luta pelos nossos direitos

Ver vídeo
Comício da Festa do Avante! 2025

Ver vídeo
Abertura da Festa do Avante! 2025

Ver vídeo
Projectos e acção do Governo põem em causa o futuro da Escola Pública

Ver vídeo
Não é possível erradicar os incêndios, mas tem de ser possível minimizar este drama

Ver vídeo
Programa da Festa do Avante! apresentado em conferência de imprensa

Ver vídeo
Tempo de Antena Festa do Avante! 2025

Ver vídeo