Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
Vai o Governo enviar dinheiro para a guerra ou investir na solução dos problemas dos povos da Europa?

Ver vídeo
Os trabalhadores não são números e não são peças, são quem produz a riqueza e devem ser valorizados

Ver vídeo
Estamos a tempo de travar o crime económico que é a privatização da TAP

Ver vídeo
Repor, criar e valorizar das carreiras na Administração Pública e revogar o SIADAP

Ver vídeo
O tempo de vida pessoal e familiar do trabalhador não pode continuar esbulhado pelo patronato

Ver vídeo
Por uma Gestão Democrática no Ensino Superior: PCP propõe revogar o Regime Fundacional

Ver vídeo
Todos à Greve Geral!

Ver vídeo