Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos
XXII Congresso

Ver vídeo
A subversão do regime democrático – Projecto da extrema-direita. Principais linhas de intervenção
XXII Congresso

Ver vídeo
A Organização Regional de Viana do Castelo
XXII Congresso

Ver vídeo
A intervenção junto dos trabalhadores agrícolas e trabalhadores imigrantes
XXII Congresso

Ver vídeo
As condições em que lutamos. Características da ofensiva e da luta ideológica
XXII Congresso

Ver vídeo
A exploração capitalista da terra
XXII Congresso

Ver vídeo
Sobre os Salários
XXII Congresso

Ver vídeo
A vida nos Bairros, as desigualdades sociais e as respostas necessárias
XXII Congresso

Ver vídeo