Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
O PCP saúda a luta dos viticultores do Douro

Ver vídeo
O Governo desmantelou o Ministério da Educação e tem toda a responsabilidade pelo problema que criou

Ver vídeo
Reacção do PCP à Conferência de Imprensa do Ministro da Administração Interna

Ver vídeo
PCP questiona sobre os níveis abaixo de 50% da execução do orçamento destinado ao apoio às vítimas

Ver vídeo
O financiamento do apoio às vítimas deveria estar no OE e devia ser plurianual

Ver vídeo
Para o governo tudo é negócio, até a casa de cada um

Ver vídeo
Para o governo tudo é negócio, até a casa de cada um

Ver vídeo
A requalificação das escolas é um assunto muito sério e não compreendemos a sua desvalorização
- Page 1
- ››