Esta reforma do chamado mercado da energia e da eletricidade da União Europeia não surpreende porque, verdade verdadinha, não traz nada de novo! Continua o caminho de aprofundamento de um mercado que serve os interesses das grandes companhias do setor energético, em vez de garantir o acesso à energia a preços acessíveis aos agregados familiares e às micro, pequenas e médias empresas. Apesar de promover o aumento do recurso a energias renováveis, mantém o sistema de preços marginais no mercado diário, onde a tecnologia mais cara – que tem sido o gás – fixa o preço de outras formas de produção de energia. Ou seja, os preços na fatura não vão baixar mas os lucros das empresas energéticas vão continuar a subir. O que se exigia era estabelecer como ponto de partida dos preços e margens dos combustíveis líquidos o valor do custo real de produção. Insistimos que a política energética não deve ficar dependente de contingências de mercado. Deve, sim, estar ao serviço do desenvolvimento e do bem-estar dos povos.
Mais Vídeos

Ver vídeo
PCP questiona Ministra da Cultura sobre Modelo de Apoio às Artes

Ver vídeo
1% dos que têm 25% da riqueza estão com o pacote laboral Para eles os trabalhadores são descartáveis

Ver vídeo
Dizer que a vida dos portugueses está melhor é ofensivo para todos os que enfrentam o custo de vida

Ver vídeo
As Associações de Estudantes estão a ser limitadas na sua intervenção nas escolas

Ver vídeo
PCP questiona Governo sobre Plano Nacional de Leitura e Mecenato Cultural

Ver vídeo
Não é por usar a palavra humanista muitas vezes que a política do Governo passa a ser humanista

Ver vídeo
Não é por usar a palavra humanista muitas vezes que a política do Governo passa a ser humanista

Ver vídeo