Esta reforma do chamado mercado da energia e da eletricidade da União Europeia não surpreende porque, verdade verdadinha, não traz nada de novo! Continua o caminho de aprofundamento de um mercado que serve os interesses das grandes companhias do setor energético, em vez de garantir o acesso à energia a preços acessíveis aos agregados familiares e às micro, pequenas e médias empresas. Apesar de promover o aumento do recurso a energias renováveis, mantém o sistema de preços marginais no mercado diário, onde a tecnologia mais cara – que tem sido o gás – fixa o preço de outras formas de produção de energia. Ou seja, os preços na fatura não vão baixar mas os lucros das empresas energéticas vão continuar a subir. O que se exigia era estabelecer como ponto de partida dos preços e margens dos combustíveis líquidos o valor do custo real de produção. Insistimos que a política energética não deve ficar dependente de contingências de mercado. Deve, sim, estar ao serviço do desenvolvimento e do bem-estar dos povos.
Mais Vídeos

Ver vídeo
A ladainha do Governo não tem nada a ver com a realidade de quem procura cuidados de saúde

Ver vídeo
É agora o tempo para derrotar o pacote laboral

Ver vídeo
Banco de horas é roubo de salário para aumentar os lucros do grande patronato

Ver vídeo
Pacote Laboral: Governo quer travar a luta e os direitos dos trabalhadores

Ver vídeo
O Pacote Laboral agrava o “roubo de vida” aos trabalhadores e às famílias

Ver vídeo
O Pacote Laboral condena os jovens à precariedade, pobreza e emigração

Ver vídeo
PCP desmonta hipocrisia da direita sobre direitos dos trabalhadores

Ver vídeo