Tenho certeza que vamos ouvir o Presidente de Cuba aqui, neste acto de solidariedade com o povo cubano, com a sua revolução, com o seu direito à sua soberania, ao seu exemplo que é um acto de solidariedade. Eu diria que a solidariedade que manifestemos para com o povo cubano, para com a revolução, será sempre pouca a solidariedade.
Face à solidariedade que o povo cubano e que o Estado cubano dá aos povos de todo o mundo. Nós temos uma solidariedade desse povo, pelo exemplo que dá, de resistência, de determinação, de luta pela sua soberania contra um bloqueio criminoso por parte dos Estados Unidos. E temos esse exemplo concreto de solidariedade activa em vários pontos do mundo, nomeadamente a partir das brigadas médicas que existem um pouco por todo o mundo.
E é nestes momentos que nós não nos podemos esquecer dessa imagem: quando Itália estava no pico da epidemia e onde mais ninguém se chegou à frente, foi de Havana que foi um avião com médicos, com enfermeiros, com pessoal auxiliar para ajudar naquela tragédia que foi a epidemia um pouco por todo o mundo e em particular em Itália.
Portanto, é um acto de solidariedade com o povo, com a revolução cubana. E, lá está, um apoio a essa resistência profunda contra um bloqueio criminoso que se continua a impor.
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