Os elementos abordados sobre o direito à reparação de equipamentos e eventual responsabilização dos fabricantes nesse processo são importantes do ponto de vista da defesa dos direitos do consumidor. Porém, a questão essencial, que fica por abordar - em nome quem sabe do sacrossanto mercado - é o da durabilidade dos equipamentos. Antes de chegar ao momento em que seja necessária a reparação, deveriam ser tomadas medidas, que de resto poderiam ter sido vertidas neste regulamento e não foram, que dessem efectivo combate à obsolescência programada, essa, determinada pelos fabricantes, que compromete as próprias condições de reparabilidade e longevidade dos bens adquiridos. Importaria ainda, que se incidisse sobre os períodos de garantia, alargando-os, bem como o estabelecimento de normas de produção e montagem que garantam a possibilidade de desmontagem e substituição de componentes, inclusive pelo utilizador, quando aplicável, a par da proibição de linhas de código introduzidas na programação de qualquer aplicação que visem diminuir o tempo de vida útil ou a eficácia de um dispositivo.
Mais Vídeos

Ver vídeo
As populações e os pequenos empresários não precisam de conversa, precisam de apoios depois das tempestades

Ver vídeo
PCP propõe medidas para garantir segurança e acompanhamento de doentes com demência

Ver vídeo
PCP defende protecção animal com prevenção e não com demagogia punitiva

Ver vídeo
PCP denuncia hipocrisia de PSD e CDS sobre os transportes gratuitos para Antigos Combatentes

Ver vídeo
PCP confronta direita sobre precariedade na ciência: “Quanto custa a vida de cada investigador?”

Ver vídeo
O projecto da Iniciativa Liberal é precariedade, precariedade e mais precariedade

Ver vídeo
Pela valorização da ciência: PCP propõe a integração na carreira de todos os investigadores com vínculo precário

Ver vídeo