Os elementos abordados sobre o direito à reparação de equipamentos e eventual responsabilização dos fabricantes nesse processo são importantes do ponto de vista da defesa dos direitos do consumidor. Porém, a questão essencial, que fica por abordar - em nome quem sabe do sacrossanto mercado - é o da durabilidade dos equipamentos. Antes de chegar ao momento em que seja necessária a reparação, deveriam ser tomadas medidas, que de resto poderiam ter sido vertidas neste regulamento e não foram, que dessem efectivo combate à obsolescência programada, essa, determinada pelos fabricantes, que compromete as próprias condições de reparabilidade e longevidade dos bens adquiridos. Importaria ainda, que se incidisse sobre os períodos de garantia, alargando-os, bem como o estabelecimento de normas de produção e montagem que garantam a possibilidade de desmontagem e substituição de componentes, inclusive pelo utilizador, quando aplicável, a par da proibição de linhas de código introduzidas na programação de qualquer aplicação que visem diminuir o tempo de vida útil ou a eficácia de um dispositivo.
Mais Vídeos

Ver vídeo
FERTAGUS: A solução para o problema passa pelo alargamento da operação da CP como propõe o PCP

Ver vídeo
Os profissionais de segurança privada precisam é de ver os seus salários e direitos valorizados

Ver vídeo
Se querem fazer, façam este investimento no Nó de Acesso à A1 entre Anadia e Oliveira do Bairro

Ver vídeo
É um passo certo se contribuir para a melhoria das qualificações dos cidadãos das Regiões Autónomas

Ver vídeo
A orientação do Banco Europeu de Investimento não serve os povos nem o desenvolvimento nacional

Ver vídeo
Médio Oriente: a direita branqueia os crimes de Israel

Ver vídeo
A Paz não se constrói com hipocrisia

Ver vídeo