Os elementos abordados sobre o direito à reparação de equipamentos e eventual responsabilização dos fabricantes nesse processo são importantes do ponto de vista da defesa dos direitos do consumidor. Porém, a questão essencial, que fica por abordar - em nome quem sabe do sacrossanto mercado - é o da durabilidade dos equipamentos. Antes de chegar ao momento em que seja necessária a reparação, deveriam ser tomadas medidas, que de resto poderiam ter sido vertidas neste regulamento e não foram, que dessem efectivo combate à obsolescência programada, essa, determinada pelos fabricantes, que compromete as próprias condições de reparabilidade e longevidade dos bens adquiridos. Importaria ainda, que se incidisse sobre os períodos de garantia, alargando-os, bem como o estabelecimento de normas de produção e montagem que garantam a possibilidade de desmontagem e substituição de componentes, inclusive pelo utilizador, quando aplicável, a par da proibição de linhas de código introduzidas na programação de qualquer aplicação que visem diminuir o tempo de vida útil ou a eficácia de um dispositivo.
Mais Vídeos

Ver vídeo
O encerramento da urgência de obstetrícia de Vila Franca de Xira é prejudicial para as populações

Ver vídeo
A política do Governo PSD/CDS para o Ensino Superior tem agravado as desigualdades

Ver vídeo
Viana do Castelo tem potencial. O que falta é uma política ao serviço das suas gentes e da sua terra

Ver vídeo
Abertura da XII Assembleia da Organização Regional de Viana do Castelo

Ver vídeo
A proposta de RJIES que vem a votação é pior do que o regime que está em vigor

Ver vídeo
Pela valorização dos salários e eliminação das discriminações salariais entre homens e mulheres

Ver vídeo
Uns impõem bloqueios, sanções e guerra, Cuba dá em solidariedade e cooperação com os povos

Ver vídeo