Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
O SNS está em perigo e é preciso salvá-lo

Ver vídeo
Natália Correia é um exemplo de inconformismo e de enorme talento

Ver vídeo
Podem contar com o PCP na defesa inabalável do SNS

Ver vídeo
O que se exige é uma outra política de saúde que valorize o SNS a começar pelos seus profissionais!

Ver vídeo
44 anos de SNS e de capacidade de resistir e responder à saúde da população

Ver vídeo
Quando é que os 10 novos navios vão estar ao serviço das populações?

Ver vídeo
O que é preciso são medidas que ponham os lucros da banca a suportar o agravamento das taxas de juro

Ver vídeo