Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
A situação dos imigrantes em Portugal é uma urgência o PCP exige medidas

Ver vídeo
O IL e a direita não perdoam o 25 de Abril e o progresso que trouxe em benefício das populações

Ver vídeo
Do Ministro da Saúde não se ouviu soluções para o caos do SNS porque o objectivo é a sua degradação

Ver vídeo
Estará o governo PS à espera do colapso para resolver os problemas do SNS?

Ver vídeo
Primeira reacção do PCP à proposta de Orçamento do Estado para 2024

Ver vídeo
Contacto com a população e os trabalhadores na Feira Anual de Outubro

Ver vídeo
É urgente reabrir os Serviços Públicos encerrados no interior para servir as populações

Ver vídeo