Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
O que é que impede o Governo de garantir os meios para que as escolas recuperem aprendizagens?

Ver vídeo
O que é que impede o Governo de garantir os meios para que as escolas recuperem aprendizagens?

Ver vídeo
Na luta pelos seus direitos, os médicos defendem o SNS

Ver vídeo
Sobre a reunião do Comité Central do PCP de 15 e 16 de Outubro de 2023

Ver vídeo
Visita ao Pinhal de Leiria

Ver vídeo
«Quem trabalha, quem põe o país a funcionar, quem produz a riqueza merece e é justo que tenha aumentos de salários significativos»

Ver vídeo
O PS decidiu acelerar um processo legislativo sobre as ordens profissionais que não teve em conta as suas especialidades

Ver vídeo