Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
PCP saúda a luta justa dos trabalhadores da Lusa pela independência da agência e contra a imposição do Governo

Ver vídeo
O Chega pretende manipulação e mentira e ocultar a ação terrorista bombista, entre 1975 e 1977

Ver vídeo
Governo propõe fragilizar o Tribunal de Contas na gestão dos dinheiros públicos

Ver vídeo
Vai ou não o Governo integrar os trabalhadores do PRR que cumprem funções permantentes, no quadro?

Ver vídeo
Para quando as obras no porto de Vila Praia de Âncora?

Ver vídeo
PCP questiona Governo sobre situação dos agricultores na Região do Douro e a vindima

Ver vídeo
Para que está servir o PRR? Quantos mais milhões vão passar do público para o privado?

Ver vídeo