Neste mandato que agora termina, é incontornável denunciar a insistência em reforçar a imposição de condicionalismos orçamentais, incidindo agora, para lá do défice e da dívida, sobre a despesa pública acentuando, por essa via, uma maior pressão sobre o investimento nos serviços públicos, para mais contenção salarial, mais retrocessos nos direitos laborais e sociais, mais privatizações. São reforçados instrumentos de pressão, chantagem e sanção, que atentam contra o direito de Estados, como Portugal, a determinar soberanamente e livre de constrangimentos o seu caminho de desenvolvimento, limitando por esta via a necessária resposta aos problemas com que se confronta. Não basta rejeitar a reforma do Pacto de Estabilidade, a que me refiro, é preciso revogá-lo, como propusemos, apresentando a alternativa que urge – um Pacto pelo Progresso Social e pelo Emprego que consagre: • a promoção do pleno emprego, o reforço do trabalho com direitos; • o reforço dos serviços públicos e funções sociais dos Estados; • o respeito pela soberania de cada país; • a concretização dos princípios de coesão económica, social e territorial e da sustentabilidade ambiental.
Mais Vídeos

Ver vídeo
A Assembleia da República não pode ficar indiferente ao bloqueio desumano dos EUA a Cuba

Ver vídeo
Transportes públicos - é urgente: aumentar a oferta e a intermodalidade, reduzir o preço

Ver vídeo
Proteger as vítimas de agressão sexual, prevenir crimes e punir os agressores no âmbito da lei

Ver vídeo
PCP questiona Ministra da Saúde sobre a situação dos internamentos sociais

Ver vídeo
A Defesa Nacional deve servir os interesses nacionais, não a loucura belicista da União Europeia e da NATO

Ver vídeo
Dia das Raças Autóctones: mais do que celebrar, é preciso apoiar quem produz

Ver vídeo
Financiamento das autarquias: PCP defende resposta adequada à realidade do Corvo

Ver vídeo