A Diretiva que aqui discutimos avança no sentido do combate ao tráfico de seres humanos. Para além da exploração sexual, inclui outras situações como a gestação de substituição, o casamento forçado ou a adoção ilegal, cujas práticas engrossam o número de vítimas de tráfico. Valorizamos igualmente a abordagem sobre a situação específica das crianças bem como das pessoas com deficiência. Salientamos que é fundamental que os Estados-Membros tenham os recursos adequados (humanos, técnicos e logísticos) para que o combate seja efetivo e as vítimas sejam protegidas. Esta proposta contrasta com o recentemente aprovado Pacote de Migração e Asilo que, com a militarização de externalização de fronteiras, pode ter impactos no aumento da migração clandestina e, logo, no aumento do tráfico de seres humanos. Urge combater as causas do tráfico de seres humanos, o desemprego, a marginalização e a pobreza e dar prioridade ao reforço dos direitos sociais e laborais, ao emprego com direitos, a serviços públicos de qualidade e ao progresso económico e social.
Mais Vídeos

Ver vídeo
SNS precisa de recursos, autonomia e gestão democrática — não de privatização

Ver vídeo
Alterações ao Código Contributivo da Segurança Social: Governo abre portas ao trabalho não declarado

Ver vídeo
Dividir para explorar: Chega quer instrumentalizar a imigração para aprofundar a exploração de quem trabalha

Ver vídeo
PSD quer aprofundar a injustiça no sector TVDE para favorecer ainda mais as multinacionais detentoras das plataformas

Ver vídeo
Trabalhadores não podem ser clientela forçada – para fundos de pensões privados

Ver vídeo
+ Emprego, - precariedade, + salário hoje – são melhores pensões amanhã

Ver vídeo
A “União das Poupanças e dos Investimentos” é União de assalto à Segurança Social, às pensões e às poupanças

Ver vídeo