Esta reforma do chamado mercado da energia e da eletricidade da União Europeia não surpreende porque, verdade verdadinha, não traz nada de novo! Continua o caminho de aprofundamento de um mercado que serve os interesses das grandes companhias do setor energético, em vez de garantir o acesso à energia a preços acessíveis aos agregados familiares e às micro, pequenas e médias empresas. Apesar de promover o aumento do recurso a energias renováveis, mantém o sistema de preços marginais no mercado diário, onde a tecnologia mais cara – que tem sido o gás – fixa o preço de outras formas de produção de energia. Ou seja, os preços na fatura não vão baixar mas os lucros das empresas energéticas vão continuar a subir. O que se exigia era estabelecer como ponto de partida dos preços e margens dos combustíveis líquidos o valor do custo real de produção. Insistimos que a política energética não deve ficar dependente de contingências de mercado. Deve, sim, estar ao serviço do desenvolvimento e do bem-estar dos povos.
Mais Vídeos

Ver vídeo
Declaração de Voto do PCP sobre Proposta de Lei do Governo que determina perda da nacionalidade

Ver vídeo
PCP avoca para votação no Plenário proposta para reforçar direitos e regalias dos bombeiros

Ver vídeo
PSD e PS recusam baixar a idade da reforma mas para os grupos económicos é só borlas ficais

Ver vídeo
As subvenções vitalícias a titulares de cargos políticos estão revogadas há 20 anos e o PCP sempre foi contra a sua existência

Ver vídeo
É mais que justa a reforma aos 40 anos de descontos e 65 anos de idade

Ver vídeo
Se a enormidade da perda de nacionalidade fosse aprovada, não resolveria um único crime

Ver vídeo
Após as intempéries o Governo PSD/CDS abandonou as populações da Região Centro

Ver vídeo