Esta reforma do chamado mercado da energia e da eletricidade da União Europeia não surpreende porque, verdade verdadinha, não traz nada de novo! Continua o caminho de aprofundamento de um mercado que serve os interesses das grandes companhias do setor energético, em vez de garantir o acesso à energia a preços acessíveis aos agregados familiares e às micro, pequenas e médias empresas. Apesar de promover o aumento do recurso a energias renováveis, mantém o sistema de preços marginais no mercado diário, onde a tecnologia mais cara – que tem sido o gás – fixa o preço de outras formas de produção de energia. Ou seja, os preços na fatura não vão baixar mas os lucros das empresas energéticas vão continuar a subir. O que se exigia era estabelecer como ponto de partida dos preços e margens dos combustíveis líquidos o valor do custo real de produção. Insistimos que a política energética não deve ficar dependente de contingências de mercado. Deve, sim, estar ao serviço do desenvolvimento e do bem-estar dos povos.
Mais Vídeos

Ver vídeo
PCP questiona Governo sobre desigualdade salarial entre homens e mulheres e violência doméstica

Ver vídeo
Sobre o novo modelo de gestão para a Lusa e a distribuição de imprensa no interior do país

Ver vídeo
O Governo tem que clarificar o que significa o fomentar das sinergias entre RTP, Antena1 e Lusa

Ver vídeo
É inaceitável que a gestão dos portos nacionais seja submetido ao interesse dos grupos económicos!

Ver vídeo
O financiamento disponibilizado pelo Governo para a RTP é gritantemente insuficiente

Ver vídeo
É uma preocupação o número de vagas que ficam por ocupar na formação médica especializada

Ver vídeo
PCP questiona Governo sobre instalação de centrais fotovoltaicas e fusão GALP/MOEVE

Ver vídeo