Como nós vemos aqui em vários placards, em vários panos, as mulheres têm 1000 razões para lutar. E de facto têm, têm 1000 razões para lutar. Têm razões próprias, temos problemas próprios, e depois têm os problemas acrescidos que decorrem de tudo. As mulheres são aquelas mais afectadas pelo desemprego, alvo de maior precariedade, são aquelas que têm os salários mais baixo, são aquelas que são duplamente prejudicadas pelo aumento do custo de vida e no acesso aos serviços públicos.
E portanto há aqui razões fortes para lutarem. E nós estamos aqui solidários com estas razões. Mas talvez a questão mais significativa desta manifestação é: os problemas são muitos, as dificuldades são muitas, mas há aqui uma grande determinação e uma grande vontade de resolver os problemas e, portanto, nós viemos cá demostrar solidariedade, mas saímos daqui reconfortados com esta força e com esta determinação.
Mais Vídeos

Ver vídeo
Tabela remuneratória dos farmacêuticos no SNS não é actualizada há 24 anos. É preciso acabar com isto

Ver vídeo
Falta de professores? Governo diz que falamos daqui a 4 anos. Estamos conversados

Ver vídeo
Petição da carreira de secretário clínico: uma luta justa

Ver vídeo
A luta pela habitação nas ruas e no Parlamento Europeu

Ver vídeo
Há hoje 1 milhão e 600 mil utentes sem médico de família consequência das políticas de PS e PSD

Ver vídeo
Defendemos a comparticipação nos cuidados de saúde das pessoas com Epidermólise Bolhosa

Ver vídeo
Prioridade à Erradicação da Pobreza: João Oliveira apresenta relatório no Parlamento Europeu

Ver vídeo
























