Camaradas Trago até vós uma vontade, vontade essa que traça um caminho de rotura. Rotura com esta esperança que ganha raízes e tentáculos nas políticas neoliberais capitalistas com carga prepotente e autista, que sugam os direitos mais elementares do nosso povo, precarizam e atacam os direitos laborais de uma forma brutal sem precedentes nestes 24 anos de democracia.
Camaradas,
Ainda ontem junto a porta de uma empresa, empresa FICOCARNES, cita no concelho da Maia, uma trabalhadora suplicava-ma:
“ajudai-nos, ajudai-nos estes malvados querem roubar o nosso tempo da família, o direito ao descanso, um dia de folga, em vez do refeitório da empresa vamos ter camaratas (dormitório)!”
Camaradas,
Com o cenário da crise e a revogação do código do trabalho, a administração desta empresa quer implantar “um banco de horas” a partir de janeiro 2009 – este banco de horas envergonha qualquer cidadão que se preze, não encontro palavra para escrever a minha revolta o meu nojo por quem foi capaz de elaborar um acordo destes para impor aos trabalhadores.
Camaradas,
Graças a intervenção do nosso partido alguns trabalhadores juntaram curagem e não assinaram este acordo. Mas infelizmente a administração com a muleta de um dos “sindicatos”, muitos trabalhadores já assinaram este acordo, mas a batalha vai continuar porque nós comunistas vamos construindo o caminho. O caminha para o local de trabalho, para a porta da empresa, para a rua, para a praça, para o país.
Vamos elevar bem alto a nossa vontade a nossa bandeira por um país por uma sociedade mais justa e fraterna.
Viva o XVIII Congresso do partido Comunista Português!
Viva os Trabalhadores Portugueses e de todo o Mundo!
Viva Portugal!
A luta Continua!