A intempérie de chuva e granizo que assolou o centro e o norte de Portugal nos últimos dias, para além de causar inúmeros estragos em infraestruturas e habitações, provocou estragos aos pequenos vitivinicultores do Dão e do Douro bem como a inúmeros produtores de fruta.
De acordo com as notícias, à chuva e granizo juntaram-se o vento e a trovoada que dizimaram plantações agrícolas, muitas de agricultura familiar, com especial incidência nos pomares e nas vinhas.
O rasto de destruição compromete os rendimentos destes agricultores que atravessam já uma situação frágil com a questão pandémica, com as dificuldades de escoamento dos produtos e com os baixos preços pagos à produção.
Pergunto:
Que medidas de apoio extraordinário podem ser tomadas para ajudar estes pequenos agricultores e salvar as explorações, depois de apurados os prejuízos?
Face à necessidade de assegurar a manutenção da actividade agrícola nestas regiões, que apoios podem ser direccionados para a reposição do potencial produtivo no futuro, tendo em conta o seu papel na economia local?