Rejeitar o pacto de agressão - Lutar por um Portugal com futuro
Terça 3 de Abril de 2012Renegociar a dívida pública - Desenvolver a produção nacional
Jerónimo de Sousa, numa declaração sobre o endividamento do País apresentou as propostas do PCP: renegociação imediata da dívida pública; intervenção junto de outros países; defesa e promoção da produção nacional; diversificação das fontes de financiamento; avaliação do conjunto de situações que envolvem as chamadas Parcerias Publico Privadas.
Comício «Contra a ingerência e o desastre. Por uma política patriótica e de esquerda»
Jerónimo de Sousa, no comício contra a intervenção externa, afirmou que «a palavra sacrifício implica dificuldades, não implica lucros e concentração da riqueza. É que a palavra sacrifícios não é sinónimo de roubo. De roubo descarado à custa dos salários, dos direitos e da vida dos trabalhadores e do povo! As vítimas somos nós e os carrascos são eles!»
Governo anuncia pacto de submissão e afundamento do país
Pela voz do Primeiro-Ministro o governo anunciou o acordo com o FMI/BCE/UE para um programa de intervenção externa de afundamento do país, agravamento da exploração, extorsão dos recursos nacionais. Em reacção, o PCP reafirmou o carácter ilegítimo desta intervenção e a exigência de outro rumo para o país.
FMI fora de aqui! CDU contra o roubo ao povo e aos trabalhadores!
Promovida pela CDU, e contando com a intervenção de Bernardino Soares, realizou-se hoje a acção de protesto "FMI fora de aqui", frente ao Ministério das Finanças. Na sua intervenção, a CDU destacou que "desmentindo a operação montada por PS, PSD e CDS, as medidas previstas no "Acordo" são a maior agressão aos direitos do povo e aos interesses do país desde os tempos do fascismo, sublinhando ainda a CDU tratar-se de um programa ilegítimo de intervenção externa, que servindo os interesses da banca nacional e internacional, não resolve, antes agrava, todos os problemas do país!
Pacto de submissão é ilegítimo
Jerónimo de Sousa acusou o Primeiro-Ministro, o PSD e o CDS-PP de esconderem quem são os beneficiários directos dos 78 mil milhões de euros: a banca nacional; que a parte mais significativa irá directamente para os bolsos daqueles que especulam com a dívida nacional; que mais de 35 mil milhões serão apresentados como garantia do Estado para os bancos.
Comunicado do Comité Central do PCP
Jerónimo de Sousa apresentou as conclusões da reunião do Comité Central do PCP sublinhando a submissão do país ao programa, profundamente anti-patriótico, da UE e do FMI que está presente nas decisões da actual maioria PSD/CDS e conta com a solícita cumplicidade do PS e uma crescente assumpção pelo PR de um papel activo no apoio à sua concretização.
Comício da Festa do “Avante!”
Jerónimo de Sousa, no comício da Festa do “Avante!”, afirmou que é indispensável erguer uma forte e robusta barreira de resistência e de luta perante as medidas anunciadas pelo Governo porque é insuportável este aumento sistemático de tudo - impostos, transportes, energia, medicamentos, bens e serviços essenciais, juros e impostos na habitação.
Renegociar a dívida pública, libertar o país das amarras da especulação
Numa declaração pública um ano após a apresentação, pelo PCP, de uma proposta de renegociação da dívida pública portuguesa, Jerónimo de Sousa afirmou que a "a situação do país aí está para provar a razão dos alertas, das denúncias e das propostas do PCP" e que se torna cada vez mais urgente "a abertura de um processo de renegociação da dívida pública que liberte o país das amarras da especulação".
É tempo de transformar a indignação e revolta de cada um na acção e na luta de todos
Perante as milhares de pessoas que participavam no comício, Jerónimo de Sousa reafirmou que é urgente romper com este rumo de declínio económico, retrocesso social e dependência externa para onde conduz o Pacto de Agressão, sublinhando que o PCP tem a justeza e a razão na análise, na propostas e na alternativa.
Convictos e confiantes que é possível vencer, trazendo mais e mais portugueses para a luta pela rejeição do Pacto de Agressão
Na sua intervenção, numa Praça dos Restauradores tingida de vermelho das bandeiras do PCP, Jerónimo de Sousa sugeriu que se introduzisse nas lutas dos trabalhadores e do povo uma nova palavra de ordem: "rejeitemos o pacto de agressão enquanto é tempo. Punhamos fim a esta política antes que esta política dê cabo do resto do Pais e destrua a vida de milhões de portugueses."








